By Pastors Wendell and Oriana Costa

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A unidade na fé em Cristo é o "local" onde Deus ordena Sua benção.

Existe um salmo na Bíblia que fala o seguinte:

"Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre." (Salmos 133:1-3, ACRF)

Nesse salmo Deus nos revela que a Sua preciosa benção, ou o Seu precioso favor, só é ordenado a pessoas que vivem em união umas com as outras por causa da fé n'Ele.

Deus é fiel a Sua palavra, e de maneira alguma abre exceções para beneficiar um ou outro isoladamente, se tais pessoas fazem questão de NÃO CONGREGAR, alegando que estão decepcionadas com as igrejas evangélicas ou cristãs, e/ou que são capazes de seguir a Deus sozinhas.

Outras pessoas estão até indo à igreja, uma, duas ou mais vezes na semana; porém, assim como aqueles que fazem questão de não congregar, não estão enxergando as pessoas que estão na igreja, ou não estão conseguindo enxergar os indivíduos ao seu redor dentro da congregação como seus irmãos na fé. E, assim sendo, a igreja se torna mais um local para ir, e talvez um local onde, no máximo, o sujeito vai (e quando vai...) para dizer que acredita em Deus.

Isso é um grande problema, pois Deus deixa claro que sua benção estará onde existirem relacionamentos sinceros, por causa da fé que se tem n'Ele. Sabemos que somente quando convivemos de alguma forma com o outro é que experimentamos um relacionamento; quando rejeitamos ou fugimos dos relacionamentos fraternais, logo, estamos excluindo a comunhão com nossos irmãos na fé e indo de encontro ao que Deus estabeleceu, e, portanto, deixamos de ser abençoados.  

Então, de fato, a primeira coisa que deveríamos procurar fazer ao buscarmos um local para congregar é entrar em unidade na fé com os irmãos daquela congregação, e procurar manter isso a todo custo. A isto chamamos de buscar a comunhão e procurar mantê-la. Todo relacionamento, incluindo os relacionamentos fraternais, requer um esforço de ambas as partes para ser mantido, e isso tem fundamento na palavra de Deus:

"Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo." (Gálatas 6:2, ACRF)

"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor; tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem." (Hebreus 12:14,15, ACRF)  

"Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz." (Efésios 4:1-3, ACRF)

Geralmente, quando tendemos a ficar mudando o lugar de congregar rapidamente, ou ficamos só visitando igrejas, sem realmente buscarmos uma aproximação sincera das pessoas que estão se reunindo num lugar para ficarmos somente ali, certamente há algo de errado no propósito que nos tem levado a procurar uma igreja para ir; e isso pode estar acontecendo por não compreendermos bem o que Deus nos ensina por Sua palavra sobre para quê e porquê a igreja do Senhor existe na terra.

Há uma grande diferença entre "ir a uma igreja" e "congregar". De fato, os verdadeiros seguidores de Cristo simplesmente não vão a uma igreja, mas congregam-se na igreja, formando-a. Por isso, no trecho bíblico a seguir, lemos a seguinte exortação:

"Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." (Hebreus 10:23-25, ACRF)

Observamos que o sentido da palavra congregação, no trecho bíblico acima, não está relacionado com o frequentar uma igreja e sim, com a unidade de pensamento e com um certo esforço para que esta unidade seja mantida.

O objetivo principal do congregar, portanto, é para que um ajuntamento de pessoas que já frequentam uma denominação cristã não saia do foco e permaneça firme nele, que é a fé em Cristo e a remissão dos pecados que Ele nos proporcionou para que herdemos a vida eterna.

Assim, percebemos que pessoas podem estar frequentando uma igreja até com uma certa assiduidade, no entanto, sem estar congregando nela, ou seja, sem se aproximar dos outros para conhecê-los e ajudá-los, sem buscar a unidade na fé com as outras pessoas naquele local e sem se importar com o que acontece com elas.  

O próprio Senhor Jesus Cristo foi enfático no que diz respeito a Sua presença se manifestar num lugar: nele tem que haver pelo menos dois ou três indivíduos reunidos em Nome d'Ele, e não somente reunidos, mas, UNIDOS (EM COMUM ACORDO, EM CONCORDÂNCIA, CONGREGANDO) em Nome d'Ele, para que sejam abençoados por Deus:

"Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." (Mateus 18:18-20, ACRF)

Quando não há congregação, ou seja, quando não há unidade de pensamento ou unidade na fé entre as pessoas, é comum surgirem confusões, contendas, muitos desentimentos, preconceitos, invejas e intrigas; consequentemente, a presença do Senhor não se manifesta em ambientes assim, por mais que cada um em separado ore muito ou adore muito a Deus com cânticos. 

Então, atenção: Uma congregação só existe de fato quando há unidade na fé e as pessoas escolhem viver como uma verdadeira família, conhecendo-se umas às outras, ajudando e socorrendo-se mutuamente!

A carne é tendenciosa a olhar mais para os defeitos dos outros do que para suas virtudes, a não concordar, não perdoar, a criticar e condenar. Ao deixarmos que ela fale mais alto do que a palavra de Deus, que nos ensina a amar os outros como Deus nos ama, estaremos dizendo "não" ao congregar; desta forma, estaremos desobedecendo a um dos mandamentos que o Senhor estabeleceu para que a aliança que Ele fez conosco seja honrada e confirmada.

Se muitos em um determinado lugar estiverem discordando uns dos outros em qualquer assunto que seja, e com queixas uns dos outros, guardando mágoas uns dos outros, vivendo suas vidas de forma individual e egoísta, de maneira alguma estão formando uma congregação e Deus não será adorado em conjunto ali, por mais que aparente o contrário no momento do culto. Infelizmente, ficará faltando a adoração em unidade e o que haverá serão apenas louvores individuais, o que implicará em um conjunto de pessoas não abençoadas pelo Senhor.

Vejamos o que diz o trecho bíblico abaixo:

"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:23,24, ACRF)

É interessante notar que muitas das falas de Cristo e dos apóstolos se dirigem a um grupo de pessoas que estão em unidade, e não somente a uma ou outra pessoa de forma individual. Veja como fica diferente o sentido do mesmo versículo acima quando o colocamos no singular:

"Mas a hora vem, e agora é, em que o verdadeiro adorador adorará o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a um tal que assim o adore. Deus é Espírito, e importa que o que o adora o adore em espírito e em verdade."

É claro que Deus quer ser adorado por cada um individualmente, mas acima de tudo, Ele está procurando PESSOAS que o adorem em conjunto, com sinceridade de coração, e não somente adorações individuais! Por isso, quando Jesus fala com a mulher na fonte de Jacó, ele se refere a ela em separado quando profetiza palavras de conhecimento sobre sua vida; mas, no entanto, quando começa a falar de fé a partir do versículo 21, ele usa os verbos no plural (leia a história toda em João 4:1-42).   

Sabemos agora que, para que uma congregação exista, é essencial que todos vivam o amor de Deus que provém de Sua justiça eterna. E, para que isso se torne realidade, é preciso que todos tenham pelo menos o mesmo conhecimento básico acerca do que Cristo ordena para a nova aliança que ele estabeleceu com os homens, e que todos estejam dispostos a andar em perdão e arrependimento de pecados. Sem cumprir estes três requisitos é impossível que um conjunto de pessoas consiga estar unido na fé salvadora de Cristo, para adorá-lo como Ele realmente estabelece e merece.

Vejamos o que o apóstolo João ensina à igreja do Senhor:

"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. (...) Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos." (1 João 2:1-11, ACRF)

Não adianta um conjunto de pessoas reunidas numa igreja buscar ensinamentos mais altos e profundos da palavra de Deus se elas ainda não aprenderam a reconhecer e se arrepender dos seus pecados, a perdoar seu próximo e a pensar no bem do outro, sem falhar nisso! Elas ficarão cheias de conhecimento, contudo, de nada lhes aproveitará, visto que não conseguem adorar a Deus por falta de comunhão. Serão pessoas cheias de conhecimento da letra, porém, enfermas e confusas. 

Por isso, observamos o apóstolo Paulo de Tarso dizer as seguintes palavras aos cristãos da igreja de Corinto:

"Se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus. Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós. De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor. Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se. (...) Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.(1 Coríntios 11:16-32, ACRF)

O apóstolo Paulo mostra claramente em seu discurso que a igreja em Corinto não estava em unidade, ou não estava congregando; isso se refletia nas constantes dissensões entre eles, e, especialmente, na hora de celebrarem a ceia: eles não esperavam uns pelos outros, e os que tinham mais alimentos e bebidas não repartiam com os que tinham menos ou não tinham o que comer e beber. Este comportamento estava levando os cristãos daquele lugar a se ofenderem uns com os outros e, assim, perderem a benção do Senhor sobre suas vidas.

Quem consegue discernir o corpo do Senhor, portanto, vê a igreja como sua família, se alegra e sofre junto com seus irmãos, considera e ama cada um deles e também é considerado e amado por eles, pois está em unidade na fé com todos.

E, quando as pessoas de uma igreja não estão em unidade, não estão conseguindo congregar-se, o que fazer? É simples: a liderança da igreja deve se livrar de tudo aquilo que tem impedido ou roubado o tempo dos irmãos se relacionarem uns com os outros com siceridade, de se visitarem uns aos outros, de terem tempo para conversar entre si e compartilharem em suas casas com calma. As lideranças devem semear na igreja o amor de Deus através de seus próprios atos, especialmente sendo exemplo para todos no que diz respeito à comunhão, e assistir à igreja com (e somente!!!) o ensinamento da simples e perfeita verdade que liberta.

Desta forma, a igreja colocará em prática o modelo estipulado por Deus no livro de Atos dos apóstolos, e sendo muitíssimo abençoada e abençoadora:

"Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos." (Atos 2:41-47, ACRF)
  

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O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos; A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. (Romanos 12:9-18, ACRF)


Missionária Oriana Costa



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam.

Quem trata a palavra de Deus como mais uma opção de escolha no meio de todas as filosofias humanas que existem no mundo, não sabe do que ela está tratando, não conhece o poder que há nela e não enxerga a autoridade da pessoa que a proferiu. 

A palavra de Deus não é humana, não pertence a este mundo: ela foi dita pelo Senhor aos homens e está sendo divulgada por eles. Portanto, ela é espiritual, é eterna e é poderosa, tanto como nosso Criador o é.

Estas são palavras que o REI JESUS CRISTO falou, mas que estão sendo desprezadas por muitos "cristãos" neste século, para dar lugar a palavras oriundas dos sentimentos e desejos dos homens: 

"Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. Dê a todo o que lhe pedir, e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles." (Lucas 6:27-31, NVI)

O Senhor Jesus Cristo não disse essas palavras em vão, como se fossem um devaneio de sua alma tão bondosa. Estas palavras são ORDENS de um Rei para os cidadãos do Seu Reino! De fato, elas são mandamentos, que infelizmente não são cumpridos por muitos cristãos por estes acharem que é impossível cumprí-los, ou que cumprí-los é se passar por tolo. 

O problema, é a última frase que está no referido trecho: "Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles." Com esta frase Deus está nos dizendo que, muitas vezes na vida, somos maus e duros com os outros e ainda assim queremos a compreensão e o perdão deles.

Muitas vezes, quem se faz inimigo do nosso próximo somos nós, na nossa soberba e na nossa ignorância da palavra de Deus. Nós odiamos os outros quando "nos sentimos" perturbados ou desprezados por eles; nós amaldiçoamos os outros quando estamos cheios de ira ou indignação; em certas circuntâncias, nós também maltratamos os outros agindo movidos por nossos sentimentos e simplesmente não percebemos!

Quantas vezes ofendemos o nosso próximo (isso é o "bater na face" a que Cristo se refere) e não vemos, e ainda nos achamos cheios de razão? Machucamos, humilhamos e agredimos os outros com palavras duras sem notar o que estamos fazendo, e nos achamos educados, corretos e perfeitos.  

Nós também nos achamos no direito de tirar coisas dos outros as escondidas (porque "não vai fazer falta para o outro"), mas não queremos que os outros levem nossas coisas. E quando nos tiram alguma coisa, exigimos a devolução. Quando pedimos alguma coisa aos outros, queremos ser atendidos; e, é por isso que o Senhor nos diz que como nós queremos que os outros nos façam, devemos também fazer a eles. 

Mesmo quando aceitamos a Cristo como nosso Senhor, ainda pecamos, porém, não porque queremos, e sim porque ainda não sabemos dominar nossos desejos e sentimentos o tempo todo. Eles nos fazem pecar sem que nós percebamos! 

Por isso precisamos tanto ler e meditar na palavra de Deus todos os dias, pois só através dela conseguimos ser realmente sábios. A sabedoria de Deus nos mostra a verdade sobre nós mesmos e nos ensina a renunciar o ego, para que enfim possamos andar na perfeita justiça d'Ele.

Lendo e meditando nas escrituras aprendemos que se nos humilharmos diante de Deus, confessando a Ele nossas fraquezas, desejando com toda a força do nosso ser andar na Sua justiça, Ele nos socorre e nos ajuda a dominar nossos corações e nossos corpos para obedecê-lo:

"O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo? Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente, para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta, de acordo com as suas obras." (Jeremias 17:9,10) 

"Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós." (1 João 1:8-10)

Quem se acha muito bom, acha que não peca, que tem razão em apontar o dedo para os outros e em se vingar do seu próximo, não está considerando o que Deus diz e jamais aceitará de bom grado suas palavras.

Um verdadeiro cidadão do Reino de Deus não obedece às leis do Seu Rei por opção, mas obedece-as por saber quem Ele é.




Missionária Oriana Costa.