By Pastors Wendell and Oriana Costa

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Você sabe o que é "vida eterna" e "morte eterna"?

Muitas vezes nos perguntamos porque um dia temos que morrer. Ninguém até hoje foi capaz de impedir que a morte aconteça: ela chega na vida de todos, mais cedo ou mais tarde.

Mas, seria possível que a morte não acontecesse? Será que viver para sempre é algo que o homem pode alcançar? A resposta é sim! Contudo, vida e morte são eventos sobrenaturais, que não podem ser manipulados pelo conhecimento ou pela ciência humana. Por mais que os seres humanos estudem e pesquisem, jamais irão conseguir dar vida própria a algo inanimado, ou ressuscitar alguém que já tenha morrido há mais de 10 minutos, sem que haja uma interferência sobrenatural proveniente do Criador.

Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e com ele iam os seus discípulos e uma grande multidão. Ao se aproximar da porta da cidade, estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e uma grande multidão da cidade estava com ela. Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: "Não chore". Depois, aproximou-se e tocou no caixão, e os que o carregavam pararam. Jesus disse: "Jovem, eu lhe digo, levante-se!" Ele se levantou, sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram cheios de temor e louvavam a Deus. "Um grande profeta se levantou entre nós", diziam eles. "Deus interveio em favor do seu povo". Essas notícias sobre Jesus espalharam-se por toda a Judéia e regiões circunvizinhas. (Lucas 7:11-17)

Nós, seres humanos, somos seres eternos ou espirituais antes de sermos corpos mortais; isso quer dizer que, independentemente de estarmos neste mundo ou não, nós sempre iremos existir e não podemos ser desfeitos por decomposição material, ainda que ela aconteça neste planeta. Desta forma, sabemos que a morte física e a decomposição do corpo são eventos temporários e perfeitamente reversíveis, confirmados e esclarecidos pelas escrituras bíblicas. 

A mão do Senhor estava sobre mim, e por seu Espírito ele me levou a um vale cheio de ossos. Ele me levou de um lado para outro, e pude ver que era enorme o número de ossos no vale, e que os ossos estavam muito secos. Ele me perguntou: Filho do homem, esses ossos poderão tornar a viver? Eu respondi: Ó Soberano Senhor, só tu o sabes. Então ele me disse: Profetize a esses ossos e diga-lhes: ‘Ossos secos, ouçam a palavra do Senhor! Assim diz o Soberano Senhor a estes ossos: Farei um espírito entrar em vocês, e vocês terão vida. Porei tendões em vocês e farei aparecer carne sobre vocês e os cobrirei com pele; porei um espírito em vocês, e vocês terão vida. Então vocês saberão que eu sou o Senhor. E eu profetizei conforme a ordem recebida. E, enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso. Olhei, e os ossos foram cobertos de tendões e de carne, e depois de pele, mas não havia espírito neles. A seguir ele me disse: Profetize ao espírito; profetize, filho do homem, e diga-lhe: Assim diz o Soberano Senhor: Venha desde os quatro ventos, ó espírito, e sopre dentro desses mortos, para que vivam. Profetizei conforme a ordem recebida, e o espírito entrou neles; eles receberam vida e se puseram de pé. Era um exército enorme! (Ezequiel 37:1-10)

Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha, para o desprezo eterno. (Daniel 12:2)

Contudo, a reversibilidade destes eventos não cabe aos seres humanos e sim ao Criador de todas as coisas. Somente Ele tem conhecimento, poder e autoridade para manipular a vida e a morte livremente; inclusive, há uma legislação eterna somente para esta finalidade, instituída por Ele próprio e à qual Ele obedece à risca, sem falhar. O Apóstolo Paulo explica aos cristãos tessalonicenses sobre a reversibilidade da morte, que acontecerá num evento denomidado "ressurreição dos mortos", no Dia do Juízo:

Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram. Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. Consolem-se uns aos outros com estas palavras. (1 Tessalonicenses 4:13-18) - Observação: o verbo "dormir", usado neste trecho bíblico e em Daniel 12:2, está se referindo à morte física.  

A Bíblia nos mostra que, na realidade eterna, onde fomos criados e em qual primeiramente existimos, as coisas funcionam de uma forma diferente; lá também acontecem vida e morte assim como em nosso mundo, no entanto, a morte é um estado irreversível, e as duas se processam de uma forma diferente da que observamos acontecer em nosso universo material.

De acordo com as escrituras, a vida eterna é um estado de total suficiência em todos os sentidos da existência de um indivíduo, que só será alcançado por quem conseguir entrar oficialmente no Reino de Deus no Dia do Juízo, ou, no Dia do Senhor. 

Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. (Apocalipse 21:3-4)

Através da ação do poder de Deus, ainda hoje (isso não se restringiu só aos tempos antigos) nós recebemos pedacinhos da vida eterna, quando somos agraciados com curas que fogem ao alcance dos médicos, quando somos livrados de situações perigosas de uma forma inexplicável, ou seja, quando presenciamos eventos que normalmente os seres humanos não tem condições de executar, mesmo com a toda a tecnologia e conhecimento que dispõem.

O Senhor Jesus Cristo demonstrou a existência da vida eterna curando enfermos de forma inesperada (João 5:1-9), e fazendo muitos outros prodígios que os seres humanos são incapazes de fazer, como, por exemplo, ressuscitar pessoas que morreram há mais de 10 minutos (Lucas 8:49-56) e falar diretamente com pessoas que já morreram fisicamente há tempos atrás, vendo-as face a face e sendo presenciado por seus discípulos, que reconheceram as pessoas com as quais Jesus falava (Lucas 9:27-36). O próprio Jesus Cristo foi ressuscitado pelo Pai depois de morto, provando que a vida eterna realmente existe e que Deus a dá por seu poder e autoridade de Criador de todas as coisas (Marcos 16:1-8).    

Quem alcança a plenitude da vida eterna, além de nunca mais morrer, pois terá um corpo refeito para ser indestrutível materialmente, não mais sentirá fome ou sede, não mais sofrerá, nunca mais se angustiará nem se entristecerá, não mais adoecerá nem sentirá qualquer dor, não sofrerá violência, não mais sentirá medo, e terá tudo o que precisar para sempre, estando em plena paz e alegria todo o tempo.

Muitos acham que para se obter a vida eterna é preciso morrer fisicamente. Isso é uma grande mentira! Não é pela morte física que se consegue a vida eterna, pois, morte é morte, e vida é vida, tanto na realidade material quanto na espiritual! 

A morte, como já vimos aqui em parágrafos anteriores, é sobrenatural, assim como a vida; porém, a morte eterna é uma condenação advinda do julgamento ao que está afastado de Deus ou é encontrado transgredindo sua justiça eternamente (Romanos 6:23); a vida eterna, por sua vez, é um presente para os que permanecerem com Ele, para os que não desistirem de obedecê-lo pela fé na mensagem de salvação eterna (João 3:16), ou seja, para os que perseverarem em andar conforme a justiça de Deus. A vida é uma dádiva que só o Criador de todas as coisas tem poder e autoridade para dar.

Deus retribuirá a cada um conforme o seu procedimento. Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade. Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça. Haverá tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro para o judeu (israelitas), depois para o grego (demais nações); mas glória, honra e paz para todo o que pratica o bem: primeiro para o judeu (israelitas), depois para o grego (demais nações). Pois em Deus não há parcialidade. (Romanos 2:6-11)

É bom que façamos uma diferenciação entre vida e morte materialmente e espiritualmente. Devemos sempre lembrar que, no plano físico, tanto a vida quanto a morte são eventos passageiros; ambas não tem a mesma intensidade com a qual se manifestam eternamente. 

Na dimensão espiritual, por conseguinte, elas se processam de maneira diferente do plano material, tendo em vista que espíritos não podem ser destruídos da mesma forma que a matéria o é. Então, eternamente, como explicamos no início do nosso texto, está vivo quem se encontrar dentro do Reino de Deus, e, está morto quem estiver fora dele.  

Depois Jesus foi pelas cidades e povoados e ensinava, prosseguindo em direção a Jerusalém. Alguém lhe perguntou: Senhor, serão poucos os salvos? Ele lhes disse: Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. Quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, vocês ficarão do lado de fora, batendo e pedindo: Senhor, abre-nos a porta. Ele, porém, responderá: Não os conheço, nem sei de onde são vocês. Então vocês dirão: Comemos e bebemos contigo, e ensinaste em nossas ruas. Mas ele responderá: Não os conheço, nem sei de onde são vocês. Afastem-se de mim, todos vocês, que praticam o mal! Ali haverá choro e ranger de dentes, quando vocês virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, mas vocês excluídos. Pessoas virão do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e ocuparão os seus lugares à mesa no Reino de Deus. De fato, há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos. (Lucas 13:22-30)

O mundo criado pelos homens não tem poder ou autoridade para dar vida eternamente a ninguém. Quando nos apropriamos das aparências das coisas que acontecem ao nosso redor, achamos que temos poder para ter uma "boa vida" afastados de Deus. 

Então, se conseguimos uma cura por intervenção cirúrgica, ou fazendo um tratamento, no momento em que conseguimos uma boa quantia em dinheiro que dá para pagar todas as contas e ainda sobra, ou seja, nos momentos em que conseguimos resolver nossos problemas e ficar em paz e alegres "por causa disso", dizemos que foi por esforço nosso, ou que foi "sorte".

Para vivermos a vida conforme a justiça dos homens, basta seguir os desejos da alma e do corpo, bem como seguir todos os sentimentos e todas as convicções que são advindas de nossas experiências com os outros, e depois seguir os exemplos que os maioriais deste mundo estabeleceram para que todos os nossos desejos sejam satisfeitos (mesmo que isto signifique prejuízo para outras pessoas). 

Contudo, esta satisfação e esta alegria que o mundo humano dá, ou, esta "boa vida" que a justiça dos homens proporciona, são provisórias e instáveis, e não eternas e estáveis, ainda que aparentem estabilidade por um tempo. 

Quando a situação fica realmente difícil, logo esta estabilidade desaparece, levando junto a alegria e a paz que aparentava dar, para dar lugar à tristeza e ao sofrimento. Desta forma, percebemos que esta vida proveniente da mente humana é mesmo volátil; e quem coloca esperanças em si próprio ou nas promessas dos outros, um dia acaba se decepcionando.

A vida eterna prometida por Deus (1João 2:25) é um bem "vitalício" espiritualmente, que não será perdido após adquirido. No entanto, para adquirirmos este bem, há uma única condição: é preciso crer na mensagem de salvação, que declara a todos que Deus se fez carne, ou se fez um ser humano, e veio até nós na pessoa de Seu Filho Unigênito Jesus Cristo, a fim de se sacrificar por nossas transgressões eternamente e nos justificar diante do Criador, nos dando a chance de sermos absolvidos ou salvos da condenação eterna pelo pecado (esta condenação eterna também é chamada de segunda morte).

Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação. (Romanos 4:25) 

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. (Romanos 5:1)

Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram. Então os justos lhe responderão: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar? O Rei responderá: Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram. Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos. Pois eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber; fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram. Eles também responderão: Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos? Ele responderá: Digo-lhes a verdade: o que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo. E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna. (Mateus 25:31-46)

A condenação eterna ou a morte eterna, também conhecida por segunda morte, se consuma num lugar chamado de "lago de fogo e enxofre"; este lugar é o que podemos chamar de cemitério eterno, se compararmos aos cemitérios do nosso mundo, pois quem estiver lá jamais poderá sair novamente. Veja o que o Rei Jesus e o apóstolo João (através de uma visão concedida por Deus) dizem, respectivamente, sobre esse lugar:

Se a sua mão o fizer tropeçar, corte-a. É melhor entrar na vida mutilado do que, tendo as duas mãos, ir para o inferno, onde o fogo nunca se apaga, onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga. E se o seu pé o fizer tropeçar, corte-o. É melhor entrar na vida aleijado do que, tendo os dois pés, ser lançado no inferno. onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga. E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o. É melhor entrar no Reino de Deus com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no inferno, onde ‘o seu verme não morre, e o fogo não se apaga’. (Marcos 9:43-48) 

Depois vi um grande trono branco e aquele que nele estava assentado. A terra e o céu fugiram da sua presença, e não se encontrou lugar para eles. Vi também os mortos, grandes e pequenos, de pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo o que estava registrado nos livros. O mar entregou os mortos que nele havia, e a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e cada um foi julgado de acordo com o que tinha feito. Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte. Se o nome de alguém não foi encontrado no livro da vida, este foi lançado no lago de fogo. (Apocalipse 20:11-15)

Quem estiver justificado diante de Deus de suas transgressões eternamente, herdará o Reino; isso quer dizer que o indivíduo retomará o seu lugar de filho de Deus (pois, no princípio, os seres humanos foram criados à imagem e semelhança d'Ele), entrará gratuita e definitivamente no Reino e passará a usufruir da plenitude da vida eterna, e também terá neste reinado um lugar reservado junto ao Rei Jesus para governar as nações.

Tão-somente apeguem-se com firmeza ao que vocês têm, até que eu venha. Aquele que vencer e fizer a minha vontade até o fim darei autoridade sobre as nações. (Apocalipse 2:25-26)

O grande diferencial entre os que crêem e os que não crêem na mensagem de salvação é que, os que crêem vão procurar obedecer a Deus, ainda que as situações não colaborem, mesmo que saiam no prejuízo materialmente falando. Descrentes não conseguem obedecer na íntegra ao que Cristo ordenou, ainda que se declarem crentes, ou ainda que declarem seguir a Cristo; tais indivíduos não conseguem confirmar a fé por suas ações, pois acabam se deixando levar pelo que desejam e sentem, e pela força das aparências deste mundo. 

Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele. (João 14:21)

Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa. (João 15:10-11)

E este é o amor: que andemos em obediência aos seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: que vocês andem em amor. (2 João 1:6)

Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. (Mateus 24:12-13) - Com isso sabemos que andar em amor é o mesmo que obedecer a Cristo, ou o mesmo que seguir suas instruções.

A obediência aos mandamentos de Cristo listados no Novo Testamento, instituídos para confirmar a Nova Aliança ou o Novo Acordo feito entre Deus e os homens, é a única maneira de provarmos a Deus que a nossa fé nele está sendo verdadeira (Tiago 2:17). 

Portanto, perseverar em obedecer aos mandamentos deixados pelo Senhor Jesus, andando na justiça de Deus revelada por Ele em Seu ensino, é um item absolutamente necessário para herdarmos o Reino e obtermos a plenitude da vida que só Deus pode dar.

Desta maneira, quem deseja obter vida eterna não precisa morrer fisicamente, mas deve crer em Jesus Cristo como seu único e suficiente justificador diante de Deus; e, em vez de obedecer a si mesmo ou às regras do mundo, deve aceitar ao Rei Jesus como governo sobre sua vida e procurar obedecê-lo até seu último dia na terra, ou até que aconteça do Dia do Senhor.

Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada. Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. (2 Pedro 3:8-12)


Pastora Oriana Costa.   

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ovnis? Tecnologia alienígena?

Depois do sábado, tendo começado o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu do céu e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. (Mateus 28:1-3)
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Uma leitura acurada da palavra de Deus, que foi escrita há muito mais tempo que a visita do homem à lua, pode nos revelar dados surpreendentes relacionados a aparição de pontos luminosos no céu, a objetos parecidos com naves brilhantes cheios luzes coloridas ao redor, ou mesmos sobre luzes que aparecem no horizonte ao anoitecer e até seguem as pessoas nas estradas à noite.

Neste estudo, vamos fazer comparações entre as manifestações visuais que pessoas tem visto nos céus do nosso planeta ao longo de décadas, com aquelas descritas nas escrituras bíblicas, além de explanarmos sobre a tecnologia e o conhecimento surpreendentes que os povos antigos dispunham, e que também estão expostos no mesmo livro.

As  pessoas realmente estão vendo coisas luminosas nos céus, e sobre isso não há dúvidas. A questão é saber o que elas realmente estão vendo. O grande problema em discernir o que presenciamos, quando não temos certeza do que vemos, é que vamos tirar conclusões baseados naquilo que vivenciamos neste mundo; então, somos levados a comparar o que vemos com os dados que o nosso cérebro dispõe naturalmente, através de informações adquiridas muitas vezes pelo que assistimos na televisão, ou pelo que apenas ouvimos de alguém.

Algumas destas manifestações luminosas, como as bolas de luz que caminham de uma serra ou mantanha para outra, ou que acompanham as pessoas nas estradas durante a noite, ou ainda, que aparecem sobrevoando uma floresta, a ciência já explica como sendo o produto de descargas elétricas; elas podem aparecer em um determinado lugar, ficarem paradas ou se movimentarem de um canto para outro, e depois desaparecerem em seguida. Como exemplo de descargas elétricas luminosas que podem ficar horas pairando num determinado lugar, as mais famosas são as auroras boreal e austral.

Ao final deste estudo há um link de um vídeo que mostra o que os cientistas conseguiram deduzir, até agora, sobre estas bolas luminosas que aparecem e desaparecem de repente.  

Para quem vê manifestações luminosas flutuantes como "bolas de fogo", à princípio, sem que haja uma explicação lógica para o acontecimento, pode parecer um evento surpreendente, estranho, e até ameaçador, dependendo de como seja presenciado. E sem um conhecimento adequado, a nossa imaginação voa, a ponto de ficarmos convencidos de que o que observamos foi mesmo uma manifestação "alienígena".

E, de fato, alguns fenômenos vem ficando sem uma explicação coerente, como aqueles onde pessoas
vêem literalmente algo como objetos ovalados ou circulares cheios de luz, e com luzes coloridas ao redor ou no centro, que flutuam sobre determinados lugares ou mesmo orbitam a terra, seguindo uma rota própria. Todas estas manifestações geralmente são vistas à distância, e não de perto, o que torna impossível ter total certeza do que realmente se trata somente pela visualização comum do evento.

Contudo, ao conferirmos na Bíblia alguns relatos, e levando em consideração o fato de que atualmente a ciência vem aos poucos chegando à conclusão de que seu conteúdo é surpreendentemente verdadeiro, vamos observar que manifestações luminosas no céus, diferentes das habituais, são eventos mais comuns do que imaginamos.

Quando se trata de estarmos presenciando eventos que acontecem "da dimensão eterna para o nosso mundo", o conteúdo bíblico apresenta uma gama de situações que certamente tem tudo a ver com as várias aparições luminosas misteriosas que muitas pessoas vem presenciando até os dias de hoje. Uma dessas aparições, bem peculiar, foi  a carruagem de fogo vista pelo profeta Eliseu; ele presenciou seu mestre, Elias, sendo levado para a carruagem que era conduzida por anjos e indo para o Reino de Deus após ter embarcado nela. Vejamos como isso aconteceu, no trecho a seguir:

Em Jericó os discípulos dos profetas foram falar com Eliseu e lhe perguntaram: Você sabe que hoje o Senhor vai levar para os céus o seu mestre, separando-o de você? Respondeu Eliseu: Sim, eu sei, mas não falem nisso. Em seguida Elias lhe disse: Fique aqui, pois o Senhor me enviou ao rio Jordão. Ele respondeu: Juro pelo nome do Senhor e por tua vida, que não te deixarei ir só! Então partiram juntos. Cinqüenta discípulos dos profetas os acompanharam e ficaram olhando a distância, quando Elias e Eliseu pararam à margem do Jordão. Então Elias tirou o manto, enrolou-o e com ele bateu nas águas. As águas se dividiram, e os dois atravessaram a seco. Depois de atravessar, Elias disse a Eliseu: O que posso fazer por você antes que eu seja levado para longe de você? Respondeu Eliseu: Faze de mim o principal herdeiro de teu espírito profético. Disse Elias: Você fez um pedido difícil; mas, se você me vir quando eu for separado de você, terá o que pediu; do contrário, não será atendido. De repente, enquanto caminhavam e conversavam, apareceu um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, que os separou, e Elias foi levado aos céus num redemoinho. Quando viu isso, Eliseu gritou: Meu pai! Meu pai! Tu eras como os carros de guerra e os cavaleiros de Israel! E quando já não podia mais vê-lo, Eliseu pegou as próprias vestes e as rasgou ao meio. Depois pegou o manto de Elias, que tinha caído, e voltou para a margem do Jordão. Então bateu nas águas do rio com o manto e perguntou: Onde está agora o Senhor, o Deus de Elias? Tendo batido nas águas, essas se dividiram e ele atravessou. Quando os discípulos dos profetas, vindos de Jericó, viram isso, disseram: O espírito profético de Elias repousa sobre Eliseu. Então foram ao seu encontro, prostraram-se diante dele e disseram: Olha, nós, teus servos, temos cinqüenta homens fortes. Deixa-os sair à procura do teu mestre. Talvez o Espírito do Senhor o tenha levado e deixado em algum monte ou em algum vale. Respondeu Eliseu: Não mandem ninguém. Mas eles insistiram até que, constrangido, consentiu: Podem mandar os homens. E mandaram cinqüenta homens, que procuraram Elias por três dias, mas não o encontraram. Quando voltaram a Eliseu, que tinha ficado em Jericó, ele lhes falou: Não lhes disse que não fossem? (2 Reis 2:5-18)

Depois da leitura do trecho bíblico acima, curiosamente percebemos que os anjos também usam meios de trasporte, assim como usamos aqui na terra, e que, assim como os próprios anjos, eles também são bastante luminosos. De perto, aquela visão deve ter sido realmente esplêndida, além de, obviamente, ter causado muito espanto nos espectadores. Mas, alguém que tenha observado o mesmo evento a uma distância de alguns quilômetros, o que deve ter visto? Provavelmente visualizou um ponto ou uma bola, ou mesmo um raio muito brilhante no céu se movendo de um lugar para o outro em alta velocidade, que assim como apareceu do nada, também desapareceu de repente.

Três discípulos de Jesus, Pedro, Tiago e João, presenciaram algo inusitado bem de perto: viram Jesus se transfigurar e ficar resplandecente como o sol, e além disso, viram outras duas coisas: a primeira foi dois homens que perseveraram na fé em Deus e que já tinham morrido fisicamente há muitos séculos - Moisés e Elias - eles estavam bem vivos e conversando com Cristo; e, a segunda, foi uma "nuvem resplandecente" que os envolveu:

Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago, e os levou, em particular, a um alto monte. Ali ele foi transfigurado diante deles. Sua face brilhou como o sol, e suas roupas se tornaram brancas como a luz. Naquele mesmo momento apareceram diante deles Moisés e Elias, conversando com Jesus. Então Pedro disse a Jesus: Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiseres, farei três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias. Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no! Ouvindo isso, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. Mas Jesus se aproximou, tocou neles e disse: Levantem-se! Não tenham medo! E erguendo eles os olhos, não viram mais ninguém a não ser Jesus. (Mateus 17:1-8)

A uma distância considerável, esse evento deve ter parecido uma grande bola de luz ou de fogo no cume de um monte bem alto, sem que alguém pudesse entender o que de fato estava acontecendo.

A presença de Deus foi descrita por alguns profetas do Antigo Testamento, e mais à frente, pelo apóstolo João, como uma grande luz rodeada de arco-íris. Vejamos os relatos das manifestações do Senhor presenciadas por estes homens da antiguidade:

-Profeta Daniel:

Olhei para cima, e diante de mim estava um homem vestido de linho, com um cinto de ouro puríssimo na cintura. Seu corpo era como o berilo, o rosto como o relâmpago, os olhos como tochas acesas, os braços e pernas como o reflexo do bronze polido, e a sua voz era como o som de uma multidão. Somente eu, Daniel, vi a visão; os que me acompanhavam nada viram, mas apoderou-se deles tanto pavor que eles fugiram e se esconderam. Assim fiquei sozinho, olhando para aquela grande visão; fiquei sem forças, muito pálido, e quase desfaleci. Então eu o ouvi falando, e, ao ouvi-lo, caí prostrado, rosto em terra, e perdi os sentidos. (Daniel 10:5-9)

Uma observação interessante: O berilo é um mineral encontrado na natureza em forma de prismas hexagonais verdes, verde-azulados, amarelos, cor-de-rosa ou brancos. Então, na visão do profeta, a presença de Deus é realmente composta de luzes coloridas, dentre outras manifestações luminosas.

-Profeta Ezequiel:

Então veio uma voz de cima da abóboda sobre as suas cabeças, enquanto eles ficavam de asas fechadas. Acima da abóboda sobre as suas cabeças havia o que parecia um trono de safira, e, bem no alto, sobre o trono, havia uma figura que parecia um homem. A parte de cima do que parecia ser a cintura dele, vi que parecia metal brilhante, como que cheia de fogo, e que a parte de baixo parecia fogo; e uma luz brilhante o cercava. Tal como a aparência do arco-íris nas nuvens de um dia chuvoso, assim era o resplendor ao seu redor. Essa era a aparência da figura da glória do Senhor. Quando a vi, prostrei-me com o rosto em terra, e ouvi a voz de alguém falando. (Ezequiel 1:25-28)

No quinto dia do sexto mês do sexto ano do exílio, eu e as autoridades de Judá estávamos sentados em minha casa quando a mão do Soberano Senhor veio ali sobre mim. Olhei e vi uma figura como a de um homem. Do que parecia ser a sua cintura para baixo, ele era como fogo, e dali para cima sua aparência era tão brilhante como metal reluzente. (Ezequiel 8:1-2)

Então o homem levou-me até a porta que dava para o leste, e vi a glória do Deus de Israel que vinha do lado leste. Sua voz era como o rugido de águas avançando, e a terra estava refulgente com a sua glória. (Ezequiel 43:1-2)

-Profeta Habacuque:

Deus veio de Temã, o Santo veio do monte Parã. Pausa Sua glória cobriu os céus e seu louvor encheu a terra. Seu esplendor era como a luz do sol; raios lampejavam de sua mão, onde se escondia o seu poder. (Habacuque 3:3-4)

-Apóstolo João:

Depois dessas coisas olhei, e diante de mim estava uma porta aberta no céu. A voz que eu tinha ouvido no princípio, falando comigo como trombeta, disse: "Suba para cá, e lhe mostrarei o que deve acontecer depois dessas coisas". Imediatamente me vi tomado pelo Espírito, e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém. Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, circundava o trono, ao redor do qual estavam outros vinte e quatro tronos, e assentados neles havia vinte e quatro anciãos. Eles estavam vestidos de branco e tinham na cabeça coroas de ouro. Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante dele estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus. (Apocalipse 4:1-5)

Uma curiosidade: O jaspe e o sardônico (ou sardônio) são pedras preciosas que são encontradas na natureza principalmente nas cores vermelha, branca e castanha. O sardônio geralmente é encontrado com um misto de cores, e o jaspe também pode ser achado nas cores amarela e preta. Então, de acordo com a descrição fornecida pelo apóstolo João, dá para se perceber que Deus é bem colorido e resplandecente.

O apóstolo Paulo ficou cego após ver uma grande luz que o cercou no deserto; os homens que estavam ao redor dele testemunharam o ocorrido:

Saulo ainda respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Dirigindo-se ao sumo sacerdote, pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, de maneira que, caso encontrasse ali homens ou mulheres que pertencessem ao Caminho, pudesse levá-los presos para Jerusalém. Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que você me persegue? Saulo perguntou: Quem és tu, Senhor? Ele respondeu: Eu sou Jesus, a quem você persegue. Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que você deve fazer. Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz mas não viam ninguém. Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada. E eles o levaram pela mão até Damasco. Por três dias ele esteve cego, não comeu nem bebeu. (Atos 9:1-9)

A face de Moisés resplandecia toda a vez que Deus lhe aparecia:

Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão e sem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança: os Dez Mandamentos. Ao descer do monte Sinai com as duas tábuas da aliança nas mãos, Moisés não sabia que o seu rosto resplandecia por ter conversado com o Senhor. Quando Arão e todos os israelitas viram Moisés, com o rosto resplandecente, tiveram medo de aproximar-se dele. Ele, porém, os chamou; Arão e os líderes da comunidade atenderam, e Moisés falou com eles. Depois, todos os israelitas se aproximaram, e ele lhes transmitiu todos os mandamentos que o Senhor lhe tinha dado no monte Sinai. Quando acabou de falar com eles, cobriu o rosto com um véu. Mas toda vez que entrava para estar na presença do Senhor e falar com ele, tirava o véu até sair. Sempre que saía e contava aos israelitas tudo o que lhe havia sido ordenado, eles viam que o seu rosto resplandecia. Então, de novo Moisés cobria o rosto com o véu até entrar de novo para falar com o Senhor. (Êxodo 34:28-35)

Então, se existe alguém que aprecia e usa luzes fortes, e especialmente luzes bem coloridas e em movimento ao seu redor, este é o nosso Criador! E, de fato, a primeira coisa que Deus criou antes de começar a dar forma à terra, segundo nos confirma a Bíblia, foi a luz com suas mais variadas manifestações, como as que vemos nos raios e relâmpagos, nos arco-íris, nas estrelas, nas caudas dos cometas, nas chuvas de meteoros, no fogo, nos vaga-lumes e até em algumas espécies de plantas.

No princípio Deus criou os céus e a terra. Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Disse Deus: Haja luz, e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas. Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia. (Gênesis 1:1-5)

Desta maneira, percebemos que essas inusitadas e curiosas aparições luminosas nos céus, diferentes das naturais, são coisas que acontecem sempre, desde tempos remotos; elas estão ligadas a manifestações provenientes da dimensão eterna, e ficam visíveis em nosso mundo em momentos que não podem ser previstos pelo homem. Quando não são vistos nitidamente ou não são compreendidos por quem os visualiza, especialmente porque estão sendo presenciados de uma grande distância, estes eventos podem dar asas à imaginação.

Assim sendo, há, certamente, muita vida "fora da terra", mas não da maneira como algumas pessoas estão deduzindo. Segundo o conteúdo bíblico, a força maior que permite que o fôlego de vida predomine na terra, e que mantém todo o universo em perfeito equilíbrio, é proveniente do Criador, o qual está plenamente visível na dimensão eterna ou espiritual. Então, nesta dimensão há vida, proveniente da presença de Deus. Este local ainda(!) não pode ser visto com nossos olhos naturais, mas tem se manifestado de muitas maneiras em nosso mundo.

No Dia marcado para o juízo de toda a humanidade, que será evidenciado pela "volta do Senhor Jesus Cristo" e que também é conhecido como "Dia do Senhor", acontecerá um sinal luminoso nos céus de toda a terra, bem peculiar, relatado em muitos lugares da Bíblia; após a manifestação deste sinal, a realidade eterna será exposta a todos os povos da terra, conforme podemos evidenciar nos trechos bíblicos seguintes:

E então acrescentou: Digo-lhes a verdade: Vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem. (João 1:51)

Eis que ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dele. Assim será! (Apocalipse 1:7)

A seguir podemos ler mais duas passagens bíblicas que mostram como se manifestará aos nossos olhos o "Dia do Senhor":

Assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem. (Mateus 24:27)

Então o Senhor, o meu Deus, virá com todos os seus santos. Naquele dia não haverá calor nem frio. Será um dia único, no qual não haverá separação entre dia e noite, porque quando chegar a noite ainda estará claro. Um dia que o Senhor conhece. (Zacarias 14:5-7) 

Agora vamos discorrer um pouco sobre os surpreendentes feitos da antiguidade. Quanto aos antigos conseguirem fazer magníficas construções, principalmente os egípcios, os maias, os astecas e os incas, a Bíblia expõe que o ser humano realmente tinha conhecimento suficiente para fazer essas coisas tão magníficas já naquele tempo.

O conhecimento que o homem tinha acerca de várias coisas vinha do Criador, (e não de alienígenas!) e isso podemos notar claramente quando lemos a história do grande dilúvio, que se encontra em Gênesis. Nesta parte da Bíblia observamos que Deus orientou Noé a construir uma grande arca que coubesse toda a sua família com todos os seus pertences, e mais uma grande quantidade de animais, que suportasse passar muito tempo flutuando nas águas em perfeito estado.

Noé não precisou pesquisar ou estudar para ter o conhecimento necessário para construir a arca. Deus orientou-lhe sobre o tipo de madeira que seria usado, que foi o cipestre; disse-lhe que medidas teria a embarcação e como ela seria dividida, para que coubesse tudo o quanto o Senhor queria preservar durante o dilúvio, e também falou-lhe o formato que deveria ter.

Você, porém, fará uma arca de madeira de cipreste; divida-a em compartimentos e revista-a de piche por dentro e por fora. Faça-a com cento e trinta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura. Faça-lhe um teto com um vão de quarenta e cinco centímetros entre o teto e corpo da arca. Coloque uma porta lateral na arca e faça um andar superior, um médio e um inferior. (Gênesis 6:14-16)

Todas estas informações minuciosas foram dadas por Deus a Noé porque a embarcação deveria passar nada mais nada menos do que um ano inteiro(!) flutuando em perfeito estado, e em total segurança sobre as águas, até que elas secassem:

No dia em que Noé completou seiscentos anos, um mês e dezessete dias, nesse mesmo dia todas as fontes das grandes profundezas jorraram, e as comportas do céu se abriram. (Gênesis 7:11)

No primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um da vida de Noé, secaram-se as águas na terra. Noé então removeu o teto da arca e viu que a superfície da terra estava seca. No vigésimo sétimo dia do segundo mês, a terra estava completamente seca. Então Deus disse a Noé: Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles. (Gênesis 8:13-16)

Noé sabia apenas quantos dias iria chover, porque Deus havia lhe dito; porém, precisou ter muita paciência e perseverar confiando naquilo que Deus lhe prometera em aliança, pois não tinha noção do tempo que passaria confinado na arca com sua família e todos aqueles animais até que as águas baixassem, e a prova disso é que ele precisou averiguar se já era hora de sair da arca ou não:

Daqui a sete dias farei chover sobre a terra quarenta dias e quarenta noites, e farei desaparecer da face da terra todos os seres vivos que fiz. (Gênesis 7:4)

Passados quarenta dias, Noé abriu a janela que fizera na arca. Esperando que a terra já tivesse aparecido, Noé soltou um corvo, mas este ficou dando voltas. Depois soltou uma pomba para ver se as águas tinham diminuído na superfície da terra. Mas a pomba não encontrou lugar onde pousar os pés porque as águas ainda cobriam toda a superfície da terra e, por isso, voltou para a arca, a Noé. (Gênesis 8:6-9)

Noé esperou mais sete dias e soltou novamente a pomba. Ao entardecer, quando a pomba voltou, trouxe em seu bico uma folha nova de oliveira. Noé então ficou sabendo que as águas tinham diminuído sobre a terra. Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba, mas desta vez ela não voltou. No primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um da vida de Noé, secaram-se as águas na terra. Noé então removeu o teto da arca e viu que a superfície da terra estava seca. No vigésimo sétimo dia do segundo mês, a terra estava completamente seca. Então Deus disse a Noé: Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles. (Gênesis 8:10-16)

Para espanto dos arqueólogos e cientistas,  os restos de uma grande embarcação, exatamente igual à descrita na Bíblia, e muito bem conservados por sinal, foram encontrados no cume do Ararate, local onde ela pousou quando as águas do dilúvio baixaram.

E, no décimo sétimo dia do sétimo mês, a arca pousou nas montanhas de Ararate. (Gênesis 8:4)

Os cientistas comprovaram que a madeira da nau encontrada era exatamente a mesma com a qual Noé foi orientado por Deus para construí-la, o cipreste (ou madeira de Gofer), e que a área dos compartimentos encontrados se enquadra dentro das dimensões que estão descritas na Bíblia. A descoberta foi devidamente documentada por arqueólogos e está à disposição na internet em diversos vídeos.

Certamente, todo o conhecimento que Deus entregou a Noé e a todos os outros homens que levantou para fazer sua vontade foram devidamete documentados e repassados para as gerações seguintes. Uma grande parte deles podemos constatar na Bíblia. E todos estes registros, se não fossem perdidos em catástofres ou guerras, eram aprendidos e inovados ao longo dos séculos, conforme as necessidades de sobrevivência iam surgindo. E isto perdura até nossos dias!

Assim sendo, vemos nas escrituras que foi o Senhor quem passou aos homens todo o conhecimento inicial sobre Física, Matemática, Química, Biologia, Comunicação, Astronomia, Nutrição, Engenharia, Arquitetura, Psicologia, Marketing, Medicina, Pedagogia, Designer, etc., que foram sendo aperfeiçoados com o tempo e também originaram novas ciências, como a Odontologia, a Fisioterapia, a Mecatrônica e a Tecnologia da Informação (TI), por exemplo.   

Talvez os instrumentos utilizados no trabalho dos tempos antigos fossem "obsoletos" ao serem comparados com os que disponibilizamos hoje; contudo, o conhecimento que as pessoas tinham era suficiente para realizar certas atividades necessárias no dia-a-dia, como achar água debaixo da terra e canalizá-la, por exemplo, e também para que conseguissem fazer complexas, belas e também funcionais construções, de acordo com os costumes da época. Para confirmar, vejamos os trechos bíblicos a seguir:

Disseram uns aos outros: Vamos fazer tijolos e queimá-los bem. Usavam tijolos em lugar de pedras, e piche em vez de argamassa. Depois disseram: Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra. (Gênesis 11:3-4) - As pessoas tinham este conhecimento cerca de 500 anos após o dilúvio!

Lendo 1 Reis, em todo o capítulo 7, percebemos como na época do Rei Salomão já havia muito conhecimento acerca de arquitetura e construção, de tal maneira que foi usado na edificação de um palácio fenomenal, e de um magnífico templo, conforme cita a escritura. E bem antes desta época, as pessoas já tinham conhecimento sobre navegação precisa em alto mar, e também para fazer objetos que ainda usamos hoje, como "algemas" para prender pessoas, e "sandálias", por exemplo:

Então disse Deus: Não se aproxime. Tire as sandálias dos pés, pois o lugar em que você está é terra santa. (Êxodo 3:5)

O rei Salomão também construiu navios em Eziom-Geber, que fica perto de Elate, na terra de Edom, às margens do mar Vermelho. E Hirão enviou em navios os seus marinheiros, homens experimentados que conheciam o mar, para trabalharem com os marinheiros de Salomão. Navegaram até Ofir, e de lá trouxeram catorze toneladas e setecentos quilos de ouro para o rei Salomão. (1 Reis 9:26-28)

Nabucodonosor, rei da Babilônia, atacou-o e prendeu-o com algemas de bronze para levá-lo para a Babilônia. (2 Crônicas 36:6)

Muitas pessoas chegaram a pensar que as pirâmides no Egito tinham sido erguidas com ajuda extraterrestre, pois, por falta de informação, "deduziram" que algo tão bem calculado e construído não poderia ter sido executado com a tecnologia "insuficiente" daquela época. Mas, isso é um grande engano!

A Bíblia deixa claro que as pessoas tinham muito conhecimento naquele tempo em várias áreas, e isso é comprovado através de muitos achados arqueológicos, que confrontam e surpreendem a ciência da atualidade. 

Estão disponíveis na internet vídeos com peças encontradas em escavações, alguns deles em inglês, que mostram com detalhes como os egípcios conseguiram construir seus formosos e famosos monumentos; e, por fim, para desgosto dos crentes na interferência de seres alienígenas em nosso mundo, constatou-se que a construção das pirâmides aconteceu com a antiga tecnologia terráquea, afinal.

Link sobre bolas de fogo ou bolas luminosas: CLIQUE AQUI
Link sobre o descobrimento da arca de Noé: CLIQUE AQUI
Link sobre a incrível construção subterrânea na Capadócia: CLIQUE AQUI
Links sobre como os egípcios construíram as pirâmides: CLIQUE AQUI
Link sobre evidências reais baseadas em estudos e pesquisas sérios de que os "alienígenas do passado" são apenas uma lenda: CLIQUE AQUI 

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Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. Mas o anjo lhes disse: Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor. (Lucas 2:8-11)

Pastora Oriana Costa


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Uma reflexão para os que crêem.

Há quem enxergue, e há também os que não podem ver. 


Os que vêem sabem como são as coisas de fato, e os que não vêem tem uma idéia de como elas são. Porém, os que podem ver todas as coisas não podem forçar os que não vêem a vê-las. 


O máximo que as pessoas que podem ver conseguem fazer é explicar às que não enxergam como as coisas são, e ajudar aos que não podem ver a não tropeçarem nos obstáculos que não enxergam pelo caminho (se estes aceitarem a ajuda!). 


E o acreditar ou não nos que vêem será escolha dos que não vêem; escolha esta que deve ser respeitada. 



Poder enxergar as coisas no mundo é uma dádiva vinda de Deus, e é necessária. 


Contudo, enxergar as coisas espirituais através da Palavra de Deus também é uma dádiva do Senhor, que somente Ele pode conceder, e é ainda mais necessária do que enxergar as coisas neste mundo. 


Se Ele lhe permitiu enxergar a realidade espiritual, seja agradecido(a), e interceda em favor daqueles que ainda não a enxergam. Quem enxerga a realidade espiritual pela Palavra de Deus sabe que Jesus Cristo existe, vive, e é Rei, e assim procura obedecê-lo; por isso, promove a paz, perdôa, é piedoso(a), procura socorrer a todos, principalmente os que ainda não vêem a realidade eterna, ora e age em favor dos necessitados, e especialmente coopera na divulgação da boa nova de justificação eterna. 


O anúcio desta boa notícia deve ser feito para que todos os que ainda não vêem a realidade espiritual, e não entendem que precisam de salvação eternamente, possam ter acesso à mensagem e optar acreditar nela ou não.



No entanto, se quem não percebe a realidade espiritual opta por não acreditar na mensagem, este deve ser respeitado, porque é Deus quem se responsabilizará por tal indivíduo, assim como se responsabiliza por você. Da mesma forma que Ele esta concedendo o ar para respirar aos que podem percebê-lo, está também concedendo aos que não o percebem. Ele julgará a todos, cada qual conforme seu procedimento.


Faça a sua parte com paciência e perseverança, porém, lembre-se: Deus julga a todos diferentemente da maneira como fazemos uns com os outros. Ele conhece os pensamentos de cada um, e por isso não avalia pessoas só pela aparência, assim como nós fazemos. Então, Ele só se revelará a quem Ele quiser, e não a quem nós queremos, pois, por ser proveniente do discernimento da essência do que criou e de um conhecimento bem mais alto do que nossas mentes podem alcançar, a vontade de Deus é perfeita, enquanto a nossa é falha. 

Pastora Oriana Costa.  

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Senhor é realmente "seu pastor"? Então, você será beneficiado! - Estudo do Salmo 23.

Um dos mais belos salmos dos cento e cinquenta constantes na Bíblia é o vinte e três. A língua original em que este salmo foi escrito é o hebraico. Devido à época e local em que foi criado, seu conteúdo contém elementos da cultura do antigo povo hebreu, não muito conhecidos na atualidade, mas que serão explicados ao longo deste estudo. 

O Salmo 23 foi escrito por um dos mais famosos reis de Israel, o Rei Davi, há aproximadamente mil e quinhentos anos antes do Senhor Jesus Cristo deixar seu trono na eternidade e vir até nós; ele se inicia com uma frase especial: "O Senhor é o meu pastor, nada me faltará". 

Isso quer dizer que, "quando eu me deixo conduzir pelo Senhor, abdicando da minha própria vontade para dar lugar a d'Ele, não sentirei falta de nada, porque Ele me suprirá de tudo o que eu necessitar, e com isso estarei plenamente satisfeito".

A partir desta frase, então, entendemos que se buscarmos a Deus de todo o coração e aprendermos a Sua vontade, de forma a conduzirmos nossas vidas totalmente e somente apoiados na justiça d'Ele, ou, de forma que todas as nossas decisões estejam de acordo com ela, absolutamente nada nos faltará. A justiça de Deus é perfeita, infalível, imutável, digna de total confiança, e se encontra revelada (ou esclarecida, para que possamos entendê-la melhor) no ensino de Cristo, nos livros do Novo Testamento.

Davi, antes de assumir o trono de Israel, foi pastor de ovelhas em sua juventude, e por isso usou sua vivência na área de criação desta espécie de gado para fazer uma sábia comparação: ele descreve Deus como um pastor de ovelhas cuidadoso, e quem se deixa guiar pela vontade de Deus, como uma ovelha que este bom e eficiente pastor conduz.

Assim, no Salmo 23, percebemos que após o Rei Davi dizer que o Senhor era o pastor dele e por isso nada lhe faltaria, ele prossegue explicando como é que o seu pastor fazia para que realmente ele não sentisse falta de coisa alguma. Vamos, a seguir, analisar versículo a versículo, sobre o quê realmente o nosso famoso salmista está falando:

"Deitar-me faz em verdes pastos" (versículo 2); isso significa que, assim comoum pastor cuidadoso se empenhava em levar suas ovelhas a locais bem providos de pasto, onde pudessem se alimentar bem e depois descansarem seguras, Deus sempre o levava a descansar num local confortável, com comida suficiente e bem abrigado. Assim, Davi podia estar tranquilo ainda que estivesse sendo perseguido, ou seja, Deus estava dando conforto material e mental ao Rei Davi, em recompensa a sua obediência a Ele.

"Guia-me mansamente à águas tranquilas" (versículo 2); quando Davi disse isso, foi usando o conhecimento de que um pastor de ovelhas precisa levar seu gado a beber água num lugar onde não corra perigo de ser atacado por animais selvagens, e onde as correntes de água não sejam violentas a ponto de arrastar os animais e matá-los afogados ao entrarem nela para beber. Então, aqui Davi declara que Deus lhe guardava a vida enquanto ele estava sendo provido, lhe conduzindo a estar em locais onde pudesse estar saciado e descansado, despreocupado da maldade dos outros e das adversidades da vida.

"Refrigera a minha alma" (versículo 3); na Bíblia NVI, encontramos a seguinte frase: "Restaura-me o vigor". Aqui, nosso salmista deixa claro que Deus fazia de tudo para que ele se sentisse bem, assim como um bom pastor primava no cuidado de seu rebanho. Deus não deixava que o Rei Davi permanecesse fraco após enfrentar alguma situação difícil em sua vida, mas sempre restaurava-lhe as forças mentalmente e fisicamente para que ele tivesse ânimo e convicção de continuar obedecendo aos Seus mandamentos. 

"Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome" (versículo 3); com isso o salmista declara que o Senhor estava lhe abrindo sempre os olhos para entender a justiça de Seu Reino, e também ajudando-o a andar nela, na medida em que ele demostrava seu amor a Deus se propondo a obedecer aos seus mandamentos, ainda que não os compreendesse claramente a princípio. Hoje, Deus tem revelado à toda humanidade a justiça do Seu Reino através do ensino de Seu Filho Jesus Cristo. Quem escolhe aprendê-la e praticá-la, está se deixando guiar por Deus e está provando de fato seu amor a Ele.    

"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam" (versículo 4); na Bíblia NVI, encontramos o seguinte: "Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem". Davi se sentia seguro e confiante mesmo em situações muito difíceis, porque sabia que Deus estava com Ele.

E como é que o Rei Davi sabia que Deus estava com ele, se não podia vê-lo? Nosso salmista responde isso na frase seguinte: "a tua vara e o teu cajado me consolam"; com isso ele está dizendo que, mesmo sem ver a Deus, percebia que estava sendo consolado e corrigido por Ele todo o tempo, nas mais diversas situações. Mais uma vez o salmista usa seus conhecimentos de pastor de ovelhas para fazer uma comparação entre o cuidado de Deus para com os que obedecem a Ele, e o cuidado que um pastor tem por seu rebanho.

A vara do pastor de ovelhas na verdade é a parte inferior do cajado, que serve para açoitá-las quando elas se afastam do lugar em que devem ficar reunidas; e o gancho (a parte superior e curva do cajado), é usado para retirar as ovelhas que acidentalmente caem em buracos ou em valas ao se afastarem do caminho.

Sem querer, no versículo 4 do Salmo 23, o Rei Davi acaba se declarando uma pessoa imperfeita e falha, ao dizer que a vara e o cajado do Seu Pastor o consolavam. Ele deixou aparente, de forma indireta, que não conseguia obedecer a Deus sempre, que não conseguia deixar de pecar totalmente, apesar de amá-lo e buscar conhecê-lo. Porém, perceber que estava sendo castigado e corrigido pelo Senhor lhe servia de consolo, pois, essa era uma das maneiras pelas quais Davi sabia que estava sendo considerado por Deus e que o Senhor estava a favor dele, ou, estava com ele, ainda que sua vida estivesse em perigo.

"Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda" (versículo 5); na Bíblia NVI, encontramos o seguinte: "Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice". Neste trecho o salmista declara que, ao se deixar ser conduzido por Deus, este lhe considera e lhe favorece de várias formas diante daqueles que querem lhe fazer mal. 

Na cultura do povo hebreu, preparar um banquete para alguém, ou passar óleo perfumado na cabeça ou no corpo de alguém durante um banquete eram formas solenes de homenagear, de declarar ao outro a consideração, o apreço e a satisfação em ter a presença desta pessoa por perto. E quando Davi diz que durante este banquete Deus, além de perfumá-lo com óleo, ainda fazia o seu cálice transbordar, ele está querendo dizer que Deus estava lhe favorecendo de forma abundante, de maneira que até os que estavam próximos poderiam ser favorecidos também. 

"Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias" (versículo 6). O Rei Davi conclui o salmo declarando que ao se deixar guiar por Deus seria sempre favorecido por Ele, ou seja, Deus seria sempre bom e misericordioso com ele enquanto vivesse; e esta bondade e misericórdia seriam manifestas de uma tal forma que seus dias sobre a terra seriam muitos. 

Quando o salmista declara "habitarei na casa do Senhor por longos dias", ele está dizendo que Deus lhe concederá muitos anos de vida, lhe concederá longevidade. A "casa do Senhor" à qual Davi se refere é o seu corpo, onde habita o seu espírito. 

Observamos, portanto, que o Salmo 23 é mais um dos vários trechos da Bíblia onde encontramos uma garantia escrita de que Deus favorece aqueles que buscam aprender e viver segundo a Sua reta justiça.

Na liturgia judaica, conforme o que está escrito na Torah (em hebraico), o Salmo 23 também é lido e entendido assim:

O Eterno é meu pastor e nada me faltará. Far-me-á repousar em pastos verdejantes e me conduzirá por um lugar de plácidas águas. Minha alma será restaurada; guiar-me-á nas veredas da justiça por amor de Seu Nome. Se tiver que seguir pelo sombrio vale da morte, não recearei mal nenhum, porque Tu estarás comigo. Teu apoio depois do Teu castigo ser-me-ão por consolo. Diante de mim preparará uma mesa de delícias na frente dos meus inimigos. Ungir-me-á com óleo de unção a minha cabeça e o meu cálice transbordará de fartura. Unicamente a felicidade e a misericórdia seguir-me-ão durante a minha vida. E o meu habitar será por longos dias na mansão do Eterno. 

Pastora Oriana Costa.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A violência vai crescendo, e a medida da maldade está para ser atingida.

É fácil observar como a violência tem aumentado nas vidas das pessoas, dia após dia, no mundo inteiro. Há violência no trânsito, há violência no trato uns com os outros, há violência dentro das casas, entre marido e mulher, entre pais e filhos; há violência nas escolas, entre os profissionais, entre professores e alunos, e de alunos para alunos. 

Há violência nos hospitais, e nos locais de trabalho. Há violência nos governos, entre eles mesmos, e dos governos para os povos. Há violência até onde não esperamos: dentro da igreja, e, ainda, atentamos contra nossas próprias vidas, individualmente! Os desejos e vaidades dos seres humanos tem-lhes levado a serem violentos contra seus próprios corpos.

A maldade nos corações dos homens tem crescido tão rapidamente, que as leis que os governos instituem para detê-la e puní-la agora estão sendo criadas a favor dela. 

Este é o sinal que mostra o quanto as pessoas estão cada vez mais longe de Deus, e agindo contra Ele. Quanto mais perto de Deus estamos, mais mansos, pacíficos, quebrantados e humildes somos; quanto mais longe d'Ele, mais mesquinhos, contenciosos, egoístas e insensatos nos tornamos. 

A maldade é algo espiritual e não pode ser vencida pela inteligência ou pela sabedoria humana; para vencermos a maldade é necessário o conhecimento e a presença de Deus. Não é à tôa que encontramos estas palavras na Bíblia: 

O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal. Então o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra; e isso cortou-lhe o coração. (...) Ora, a terra estava corrompida aos olhos de Deus e cheia de violência. Ao ver como a terra se corrompera, pois toda a humanidade havia corrompido a sua conduta, Deus disse a Noé: Darei fim a todos os seres humanos, porque a terra encheu-se de violência por causa deles. Eu os destruirei juntamente com a terra. (Gênesis 6:5-13) 

A crescente violência no meio das pessoas daquele tempo mostra o quanto elas estavam longe de Deus. Elas receberam um julgamento infeliz por sua conduta. E elas não puderam fugir para escapar do que Deus lhes havia designado.

Quando Deus submergiu a terra com água, deixando vivos Noé e sua família, Ele não retirou o mal de dentro do coração deles. Tanto é que logo depois que saíram da arca, a maldade começou a se manifestar novamente, e a se multiplicar rápido, como foi depois do pecado de Adão até antes do dilúvio:

Noé, que era agricultor, foi o primeiro a plantar uma vinha. Bebeu do vinho, embriagou-se e ficou nu dentro da sua tenda. Cam, pai de Canaã, viu a nudez do pai e foi contar aos dois irmãos que estavam do lado de fora. (Gênesis 9:20-22) - Aqui é relatado o primeiro caso de embriaguez intensional após o dilúvio (antes desse evento as pessoas já conheciam bebidas alcoolicas), o primeiro caso de libertinagem provocado pelo excesso no consumo de bebida alcoolica (...ficou nú dentro de sua tenda...) e o primeiro caso de bissexualidade que temos notícia na história, onde o próprio filho abusa sexualmente do pai, se aproveitando da sua embriaguez (...Cam, pai de Canaã, viu a nudez do pai...). Onde lemos "viu a nudez", neste trecho bíblico, devemos entender como "fez sexo".

Hoje, todas as nações da terra estão sendo julgadas por sua maldade e falta de arrependimento. Apesar de muitos não se darem conta disso, tudo de ruim que anda acontecendo ao redor da terra em tantos lugares, é proveniente de uma julgamento eterno, feito pelo Rei Jesus Cristo. É Ele quem governa as nações e as julga todo o tempo, ainda que muitos não acreditem ou não entendam.

Quem já leu o capítulo 28 do livro de Deuteronômio (lembrando que ele foi escrito por Moisés há aproximadamente três mil e quinhentos anos atrás!), se deparou com palavras que, certamente, lhe fizeram refletir não somente sobre sua própria conduta, mas também a da maioria das pessoas de sua nação e de outras ao redor do mundo.

Deus está julgando não só Israel, mas, todas nações da terra, exatamente segundo o que está escrito nesse capítulo. Vejamos o que consta a partir do versículo 15 (por se tratar de um texto longo, algumas partes estão substituídas por reticências, mas poderão ser devidamente conferidas na Bíblia):

Entretanto, se vocês não obedecerem ao Senhor, ao seu Deus, e não seguirem cuidadosamente todos os seus mandamentos e decretos que hoje lhes dou, todas estas maldições cairão sobre vocês e os atingirão: Vocês serão amaldiçoados na cidade e serão amaldiçoados no campo. (...) Vocês serão amaldiçoados em tudo o que fizerem. O Senhor enviará sobre vocês maldições, confusão e repreensão em tudo o que fizerem, até que vocês sejam destruídos e sofram repentina ruína pelo mal que praticaram ao se esquecerem dele. O Senhor os encherá de doenças até bani-los da terra em que vocês estão entrando para dela tomar posse. O Senhor os ferirá com doenças devastadoras, febre e inflamação, com calor abrasador e seca, com ferrugem e mofo, que os infestarão até que morram. (...) O Senhor fará que vocês sejam derrotados pelos inimigos. Vocês irão a eles por um caminho, e por sete fugirão, e vocês se tornarão motivo de horror para todos os reinos da terra. (...) O Senhor os afligirá com loucura, cegueira e confusão mental. (...) Vocês não serão bem sucedidos em nada que fizerem; dia após dia serão oprimidos e roubados, sem que ninguém os salve. Você ficará noivo de uma mulher, mas outro homem a possuirá. Construirá uma casa, mas não morará nela. Plantará uma vinha, mas não provará dos seus frutos. O seu boi será abatido diante dos seus olhos, mas você não comerá da sua carne. O seu jumento lhe será tirado à força e não lhe será devolvido. As suas ovelhas serão dadas aos inimigos, e ninguém as livrará. Os seus filhos e as suas filhas serão entregues a outra nação e os seus olhos se consumirão à espera deles, dia após dia, sem que você possa erguer uma só mão para trazê-los de volta. Um povo que vocês não conhecem comerá aquilo que a terra e o seu trabalho produzirem, e vocês sofrerão opressão cruel todos os seus dias. Aquilo que os seus olhos virem os levarão à loucura. (...) Vocês serão motivo de horror e motivo de zombaria e de riso para todas as nações para onde o Senhor o levar. Vocês semearão muito em sua terra, mas colherão bem pouco, porque gafanhotos devorarão quase tudo. (...) Os estrangeiros que vivem no meio de vocês progredirão cada vez mais, e cada vez mais vocês regredirão. Eles lhes emprestarão dinheiro, mas vocês não emprestarão a eles. Eles serão a cabeça, e vocês serão a cauda. Todas essas maldições cairão sobre vocês. Elas o perseguirão e o alcançarão até que sejam destruídos, porque não obedeceram ao Senhor, ao seu Deus, nem guardaram os mandamentos e decretos que ele lhes deu. (...) Uma vez que vocês não serviram com júbilo e alegria ao Senhor, ao seu Deus, na época da prosperidade, então, em meio à fome e à sede, em nudez e pobreza extrema, vocês servirão aos inimigos que o Senhor enviará contra vocês. Ele porá um jugo de ferro sobre o seu pescoço, até que os tenham destruído. O Senhor trará, de um lugar longínquo, dos confins da terra, uma nação que virá contra vocês como a águia em mergulho, nação cujo idioma não compreenderão, nação de aparência feroz, sem respeito pelos idosos nem piedade para com os moços. Ela devorará as crias dos seus animais e as plantações da sua terra até que vocês sejam destruídos. Ela não lhes deixará cereal, vinho, azeite, como também nenhum bezerro ou cordeiro dos seus rebanhos, até que vocês sejam arruinados. Ela sitiará todas as cidades da sua terra, até que caiam os altos muros fortificados em que vocês confiam. Sitiará todas as suas cidades, em toda a terra que o Senhor, o seu Deus, lhe dá. Por causa do sofrimento que o seu inimigo lhes infligirá durante o cerco, vocês comerão o fruto do próprio ventre, a carne dos filhos e filhas que o Senhor, o seu Deus, lhes deu. Até mesmo o homem mais gentil e educado entre vocês não terá compaixão do seu irmão, da mulher que ama e dos filhos que sobreviverem, de modo que não dará a nenhum deles nenhum pedaço da carne dos seus filhos que estiver comendo, pois nada lhe sobrará devido aos sofrimentos que o seu inimigo lhe infligirá durante o cerco de todas as suas cidades. A mulher mais gentil e delicada entre vocês, tão delicada e gentil que não ousaria encostar no chão a sola do pé, será mesquinha com o marido a quem ama e com o filho e a filha, não lhes dando a placenta do ventre nem os filhos que gerar. Pois a sua intenção é comê-los secretamente durante o cerco e no sofrimento que o seu inimigo infligirá a você em suas cidades. Se vocês não seguirem fielmente todas as palavras desta lei, escritas neste livro, e não temerem este nome glorioso e terrível, o Senhor, o seu Deus, ele enviará pestes terríveis sobre vocês e sobre os seus descendentes, desgraças horríveis e prolongadas, doenças graves e persistentes. Ele trará sobre vocês todas as temíveis doenças do Egito, e vocês as contrairão. O Senhor também fará vir sobre vocês todo tipo de enfermidade e desgraça não registradas neste Livro da Lei, até que sejam destruídos. (...) Vocês viverão em constante incerteza, cheios de terror, dia e noite, sem nenhuma segurança na vida. De manhã dirão: Quem me dera fosse noite! E de noite: Ah, quem me dera fosse dia!, por causa do terror que lhes encherá o coração e por aquilo que os seus olhos verão. (Deuteronômio 28:15-67)

O apóstolo Paulo também fala aos cristãos romanos como Deus está julgando os que se fazem Seus inimigos: Ele está permitindo que as pessoas se entreguem a si mesmas, aos seus próprios pensamentos e as suas próprias paixões, e não enxerguem que estão erradas. O Senhor está julgando desta forma, pois só Ele sonda o íntimo dos corações e consegue ver os que estão se satisfazendo nos erros que cometem, e não querem se aproximar de Seu Criador.

A ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam. (Romanos 1:18-32)

Quem estiver contemplando estes julgamentos em sua cidade, estado, país, ou em outros países, não é por mera coincidência ou por acaso. Deus está realmente cumprindo o que decretou, sem falhar!  Ele somente está livrando deste julgamento quem se arrepende de sua má conduta pela fé em Jesus, e procura obedecê-lo de todo o coração. Porém, todo este julgamento é temporário, e um outro, maior do que este e definitivo, está cada vez mais perto de acontecer.  

A Bíblia nos fala o que está designado para toda a humanidade, para os que insistirem em continuar se colocando contra seu Criador, se fazendo Seus inimigos: sofrerão uma nova destruição, porém, desta vez, não existirá uma arca para os justos se abrigarem; no lugar da arca, Deus colocou Jesus Cristo. Os que crerem nele e obedecerem aos seus mandamentos serão levados da terra e poderão voltar ao Reino de Deus, e os que ficarem nela terão o desprazer de colherem o que semearam ao longo dos séculos, recebendo, por fim, a morte eterna de presente. 

E pela água o mundo daquele tempo foi submerso e destruído. Pela mesma palavra os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios. Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada. (2 Pedro 3:6-10)

O tempo está se esgotando, e sabemos isso pelos sinais que estão se cumprindo, conforme declara a própria palavra de Deus.

Como serão terríveis aqueles dias para as grávidas e para as que estiverem amamentando! Haverá grande aflição na terra e ira contra este povo. Cairão pela espada e serão levados como prisioneiros para todas as nações. Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos deles se cumpram. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações se verão em angústia e perplexidade com o bramido e a agitação do mar. Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem com poder e grande glória. (Lucas 21:23-27)

Eis aqui, alguns links de sites que contém o relatório de estudos recentes feitos sobre a violência no Brasil e também no mundo. Acesse e confira: No Brasil: clique aqui. No mundo: clique aqui (Líbia); clique aqui (República centro-africana); clique aqui (Cisjordânia); clique aqui (violência contra mulheres e jovens).  


Pastora Oriana Costa.