Quando nós somos os donos das nossas próprias vidas, podemos fazer delas o que bem quisermos. Não há lei neste mundo que nos impeça de nada; e, ainda que haja, nós acabamos burlando-a, ou fazemos com que ela mude, ou que mesmo uma outra seja criada para favorecer aos nossos interesses.
No mundo não há limites para realizarmos desejos, sonhos e atingirmos as metas que desejarmos, mesmo que passemos por cima das vidas e dos ideiais de outras pessoas, porque na competição do mundo lucram somente "os mais espertos".
No mundo podemos dar as nossas vidas o sentido que bem entendermos, e vivermos do jeito que nos pareça mais agradável, desde que sejamos "bons pagadores". Se não ficarmos em dívida com ninguém, se conseguirmos pagar todas as nossas contas e formos eficientes em conseguir dinheiro, podemos ser felizes da maneira como desejarmos e ninguém tem o direito de se intrometer.
Podemos inventar e reinventar qualquer coisa a hora que quisermos, e isso não tem fim. Podemos usar e abusar da beleza, da educação, da eloquencia, da autoridade, da força, e de tantos outros recursos para realizar nossos desejos.
Nós podemos manipular pessoas e situações, para que tudo saia do jeito que queremos e ninguém fique sabendo que foi enganado. E quando alguém consegue descobrir que foi enganado, aquele que engana já "lucrou" e se "divertiu" muito sem que fosse percebido.
Estamos livres para viver da maneira que quisermos e ninguém pode nos impedir. Somos incentivados a aproveitar bem o presente, por nunca sabermos como será o nosso amanhã e também sabermos que nesse mundo nada é para sempre; tudo está mudando constantemente: a aparência, a tecnologia, as opiniões, os amigos, os trabalhos, os sentimentos, os gostos, as situações, as leis, etc..
A natureza do mundo é inconstante, e quem vive segundo o mundo precisa ser inconstante como ele para se adaptar as suas constantes mudanças. No mundo criado pelos homens as coisas não tem um sentido único de ser, pois ele foi criado separado da justiça do Criador de todas as coisas; assim, quem dá o sentido que quiser ou não a todas as coisas somos nós mesmos.
Quando somos nós que administramos nossas próprias vidas, estabelecendo de nós mesmos o que achamos que é certo ou errado, fazemos isso de acordo com o que sentimos e observamos acontecer ao nosso redor. Assim, quem vive a liberdade do mundo estabelece sua justiça de acordo com o que as aparências das pessoas e das coisas lhe provocam.
Contudo, esta liberdade tem um preço: incerteza e insegurança constantes, somadas a medos e decepções em todas as áreas da vida, que nunca nos deixam em paz. Quando tudo aparentemente está sob controle, acontece uma adversidade que nos aflige e desespera. E especialmente nessas ocasiões, a liberdade sedutora do mundo nos convida sempre a provar o novo, porque nunca sabemos o que vai acontecer no próximo minuto, e, se não provarmos, nunca saberemos se aquilo seria melhor para nós ou nos traria algum lucro na vida.
De fato, o mundo concebido à moda humana nada mais é do que uma prisão bem colorida e espaçosa, de onde não se pode ser liberto sem a ajuda do Criador do universo. Ele é feito de aparências e ilusões que nos fazem acreditar que estamos ou podemos ser muito felizes nele algum dia, levando nossas vidas ao sabor das sensações que ele provoca em nossas mentes e em nossos corpos.
Longe de Deus nossos sentimentos sempre nos induzirão a crer que, se investirmos todo o nosso tempo e esforço em fazer aquilo que gostamos neste mundo, e em ter uma boa aparência ou condição física, especialmente conseguindo dinheiro suficiente para levar uma vida confortável, somos vencedores. Porém, isso é um grande engano, porque este mundo não oferece garantia alguma de que amanhã as coisas acontecerão da mesma forma que acontecem hoje. Um dia tudo pode mudar de repente, e sermos pegos de surpresa.
Ao contrário do mundo e dos nossos sentimentos, Deus não muda, é sempre o mesmo. Sua justiça não se executa baseada em um só momento ou em situações isoladas; ela também não acontece baseada em aparências e sentimentos.
A justiça de Deus está fundamentada na realidade eterna. Tudo o que Ele determinou é válido também para a nossa realidade física, e tudo o que foi estabelecido continua a acontecer da mesma maneira, desde o princípio.
As leis concebidas por Deus são irrevogáveis e infalíveis, e é por causa delas que o universo tem se mantido equilibrado, com todas as coisas em seus lugares funcionando sem falhar ao longo dos milênios. É por causa dessas leis que sempre temos ar para respirar, chão para pisar, estações climáticas, vemos o tempo passar, e temos matéria-prima para usarmos e produzirmos o que nossas necessidades pedem; é por elas que nossos corpos funcionam e podem viver na terra.
Quando nos recusamos a aceitar o governo de Deus sobre nossas vidas e obedecer as suas leis, simplesmente ficamos à mercê de aparências e sensações, sem entender muitas coisas que nos acontecem, e tentando solucionar problemas da forma que nos parece mais conveniente. Este é o motivo de tantas incertezas, decepções e sofrimentos nas vidas de muitas pessoas: elas escolhem viver segundo o que sentem e desejam, e não segundo o que Deus diz em Sua Palavra.
Aceitar o governo do Rei Jesus Cristo sobre nossas vidas e buscar obedecê-lo, portanto, não significa perder a liberdade, e sim estar livre da incerteza do que pode nos acontecer no próximo segundo e dos sofrimentos que isso venha nos causar. Obedecendo a Deus estamos seguros, pois sabemos que tudo o que Ele decretou acontece sem falhar. Aprender a justiça de Deus revelada no ensino de Cristo e buscar vivê-la nos livra do medo do que possa nos acontecer de ruim no futuro, nos livra do medo da morte, e da insegurança que as injustiças e a maldade do mundo nos passam.
Entender que Deus está no controle de tudo e favorece aos que n'Ele creem e obedecem é uma grande dádiva para a vida de qualquer pessoa. Quem busca a Deus de todo o coração o encontra, e com Ele muitos e maravilhosos presentes que este mundo jamais poderá nos dar, e estes são três deles: no mundo, uma segurança e uma paz que execedem a inteligência humana, e na eternidade, morada garantida e perpétua no Reino de Deus, o lugar onde não há sofrimentos nem morte.
No trecho bíblico abaixo, constante no segundo livro de Reis, vamos ler a história da cura que Deus concedeu a Naamã usando para isso o profeta Eliseu. Em seguida, vamos entender o que aconteceu no episódio, e retirar dele informações preciosas que nos ajudarão a crescer na fé.
Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era muito respeitado e honrado pelo seu senhor, pois por meio dele o Senhor dera vitória à Síria. Mas esse grande guerreiro ficou leproso. Ora, tropas da Síria haviam atacado Israel e levado cativa uma menina, que passou a servir à mulher de Naamã. Um dia ela disse à sua senhora: "Se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra". Naamã foi contar ao seu senhor o que a menina israelita dissera. O rei da Síria respondeu: "Vá. Eu lhe darei uma carta que você entregará ao rei de Israel". Então Naamã partiu, levando consigo trezentos e cinqüenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupas finas. A carta que levou ao rei de Israel dizia: "Junto com esta carta estou te enviando meu oficial Naamã, para que o cures da lepra". Assim que o rei de Israel leu a carta, rasgou as vestes e disse: "Por acaso sou Deus, capaz de conceder vida ou morte? Por que este homem me envia alguém para que eu o cure da lepra? Vejam como ele procura um motivo para se desentender comigo!" Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o rei de Israel havia rasgado suas vestes, mandou-lhe esta mensagem: "Por que rasgaste tuas vestes? Envia o homem a mim, e ele saberá que há profeta em Israel". Então, Naamã foi com seus cavalos e carros e parou à porta da casa de Eliseu. Eliseu enviou um mensageiro para lhe dizer: "Vá e lave-se sete vezes no rio Jordão; sua pele será restaurada e você ficará purificado". Mas Naamã ficou indignado e saiu dizendo: "Eu estava certo de que ele sairia para receber-me, invocaria de pé o nome do Senhor seu Deus, moveria a mão sobre o lugar afetado e me curaria da lepra. Não são os rios Abana e Farfar, em Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Será que não poderia lavar-me neles e ser purificado? " Então, foi embora dali furioso. Mas os seus servos lhe disseram: "Meu pai, se o profeta lhe tivesse pedido alguma coisa difícil, o senhor não faria? Quanto mais, quando ele apenas lhe diz para que se lave e seja purificado!" Assim ele desceu ao Jordão e mergulhou sete vezes conforme a ordem do homem de Deus; ele foi purificado e sua pele tornou-se como a de uma criança. Então Naamã e toda a sua comitiva voltaram à casa do homem de Deus. Ao chegar diante do profeta, Naamã lhe disse: "Agora sei que não há Deus em nenhum outro lugar, senão em Israel. Por favor, aceita um presente de teu servo". O profeta respondeu: "Juro pelo nome do Senhor, a quem sirvo, que nada aceitarei". Embora Naamã insistisse, ele recusou. E disse Naamã: "Já que não aceitas o presente, ao menos permite que eu leve duas mulas carregadas de terra, pois teu servo nunca mais fará holocaustos e sacrifícios a nenhum outro deus senão ao Senhor. Mas que o Senhor me perdoe por uma única coisa: quando meu senhor vai adorar no templo de Rimom, eu também tenho que me ajoelhar ali pois ele se apóia em meu braço. Que o Senhor perdoe o teu servo por isso". Disse Eliseu: "Vá em paz". Quando Naamã já estava a certa distância, Geazi, servo de Eliseu, o homem de Deus, pensou: "Meu senhor foi bom demais para Naamã, aquele arameu, não aceitando o que ele lhe ofereceu. Juro pelo nome do Senhor que correrei atrás dele para ver se ganho alguma coisa". Então Geazi correu para alcançar Naamã, que, vendo-o se aproximar, desceu da carruagem para encontrá-lo e perguntou: "Está tudo bem?" Geazi respondeu: "Sim, tudo bem. Mas o meu senhor enviou-me para dizer que dois jovens, discípulos dos profetas, acabaram de chegar, vindos dos montes de Efraim. Por favor, dê-lhes trinta e cinco quilos de prata e duas mudas de roupas finas". "Claro", respondeu Naamã, "leve setenta quilos". Ele insistiu com Geazi para que aceitasse e colocou os setenta quilos de prata em duas sacolas, com as duas mudas de roupas, entregando tudo a dois de seus servos, os quais foram à frente de Geazi, levando as sacolas. Quando Geazi chegou à colina onde morava, pegou as sacolas dos servos e guardou-as em casa. Mandou os homens de volta, e eles partiram. Então entrou e apresentou-se ao seu senhor Eliseu. E este perguntou: "Onde você esteve, Geazi? " Geazi respondeu: "Teu servo não foi a lugar algum". Mas Eliseu lhe disse: "Você acha que eu não estava com você em espírito quando o homem desceu da carruagem para encontrar-se com você? Este não era o momento de aceitar prata nem roupas, nem de cobiçar olivais, vinhas, ovelhas, bois, servos e servas. Por isso a lepra de Naamã atingirá você e os seus descendentes para sempre". Então Geazi saiu da presença de Eliseu já leproso, parecido com neve. (2 Reis 5:1-27)
Podemos retirar, a partir da leitura do trecho bíblico acima, algumas informações sobre como recebermos cura pelo poder de Deus, assim como Naamã recebeu, bem como outros dados especiais que também estão diretamente relacionados a este evento.
A primeira delas e a mais importante, é que, para sermos curados de uma enfermidade a partir da intervenção de Deus, é necessário ter fé n'Ele. O comandante do exército da Síria tinha um testemunho de Deus em sua própria casa, a menina que ele trouxe cativa de Israel para servir a sua esposa. Como ela era israelita, certamente dava testemunho de Deus com sua vida. Tanto é, que, quando falou a sua senhora que, se seu senhor procurasse um certo profeta em Israel, seria curado, ela foi ouvida; e não foi considerada só por Naamã e sua esposa, mas também pelo rei da Síria, que liberou seu servo para ir ver o tal profeta.
Provavelmente, antes de conviver com uma cidadã israelita dentro de sua casa, Naamã não acreditasse em Deus. E, a partir dessas informações iniciais, confirmamos uma grande verdade: aqueles que acreditam e confiam em Deus verdadeiramente estão dando testemunho de sua fé n'Ele nos locais onde convivem com outras pessoas. Este testemunho, que vem primeiramente de sua obediência a Deus sendo observada pelos outros, pode fazer toda a diferença na vida desses indivíduos, principalmente na hora em que estejam vivenciando determinada situação que não tenha solução pela ciência dos homens.
Ora, tropas da Síria haviam atacado Israel e levado cativa uma menina, que passou a servir à mulher de Naamã. Um dia ela disse à sua senhora: "Se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra". Naamã foi contar ao seu senhor o que a menina israelita dissera. O rei da Síria respondeu: "Vá. Eu lhe darei uma carta que você entregará ao rei de Israel".
Para confirmar que somente é possível conseguirmos favores de Deus se tivermos fé n'Ele, lemos o seguinte, no Novo Testamento:
Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam. (Hebreus 11:6)
A segunda informação que podemos tirar dessa passagem bíblica é que precisamos, depois de crer em Deus, ir buscá-lo, nos esforçarmos para ir até Ele. Naamã sabia que teria que ir até um representante de Deus na terra para conseguir o que queria, e assim o fez. Ele acreditou que se um profeta israelita invocasse ao seu Deus, e reinvidicasse a Ele sua cura, seria ouvido e atendido.
No tempo da Antiga Aliança, eram os sacerdotes e os profetas que tinham o Espírito de Deus sobre eles, para realizarem prodígios e maravilhas como curas instantâneas, por exemplo. A serva de Naamã informou que o profeta capaz de curá-lo residia em Samaria, mas o rei da Síria imaginou que o rei de Israel seria o tal profeta, por isso enviou Naamã até ele e lhe pediu por carta que o curasse.
A carta que levou ao rei de Israel dizia: "Junto com esta carta estou te enviando meu oficial Naamã, para que o cures da lepra". Assim que o rei de Israel leu a carta, rasgou as vestes e disse: "Por acaso sou Deus, capaz de conceder vida ou morte? Por que este homem me envia alguém para que eu o cure da lepra? Vejam como ele procura um motivo para se desentender comigo!" Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o rei de Israel havia rasgado suas vestes, mandou-lhe esta mensagem: "Por que rasgaste tuas vestes? Envia o homem a mim, e ele saberá que há profeta em Israel". Então, Naamã foi com seus cavalos e carros e parou à porta da casa de Eliseu.
Hoje, a representante de Deus na terra é a igreja do Senhor Jesus Cristo. Quando estamos afastados de Deus e queremos nos reconciliar com Ele, devemos ir até algum local onde verdadeiros seguidores de Jesus se reúnem, e ali nos apresentarmos a Deus dispostos a meditar em Sua Palavra e entendê-la, para então obedecê-lo. A seguir, vejamos alguns trechos bíblicos onde Cristo nos fala sobre sua igreja, e o que ela está autorizada a fazer:
E disse-lhes: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados". Depois de lhes ter falado, o Senhor Jesus foi elevado ao céu e assentou-se à direita de Deus. Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam. (Marcos 16:15-20)
Onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.(Mateus 18:20)
Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o designou como cabeça de todas as coisas para a igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância. (Efésios 1:22-23)
A terceira informação que adquirimos com a história da cura do comandante do exército da Síria, é que, à princípio, ao nos aproximarmos de Deus buscando a cura de uma enfermidade, talvez não gostemos do que vamos ouvir d'Ele ou de como Ele procederá para tratar conosco. A Palavra de Deus sempre nos confrontará, e antes que o Senhor nos cure, ela revelará onde estamos errando para que possamos nos arrepender.
Por isso, o apóstolo João fala o seguinte:
Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós.(1 João 1:8-10)
Mesmo quando aceitamos Jesus como nosso Senhor e salvador, ainda podemos pecar sem nos darmos conta disso, e vamos precisar ser confrontados com nossos erros para que possamos nos arrepender. Ninguém para de pecar da noite para o dia, e, muitas vezes, levados por nossos sentimentos, ainda que saibamos muito as escrituras, esquecemos daquilo que lemos para agir conforme aquilo que queremos ou achamos certo de nós mesmos.
Concede-me só estas duas coisas, ó Deus, e não me esconderei de ti: Afasta de mim a tua mão, e não mais me assuste com os teus terrores. Chama-me, e eu responderei, ou deixa-me falar, e tu responderás. Quantos erros e pecados cometi? Mostra-me a minha falta e o meu pecado. Por que escondes o teu rosto e consideras-me teu inimigo? (Jó 13:20-24)
Quando não estamos conseguindo enxergar nossas faltas, devemos pedir ao Pai que nos revele onde estamos errando, para que possamos nos arrepender e deixar de praticar aquilo que o tem desagradado. O Espírito de Deus foi enviado à igreja para nos ajudar nessa tarefa, pois só Ele tem poder para nos convencer do pecado, da justiça e do juízo:
Eu lhes afirmo que é para o bem de vocês que eu vou. Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas se eu for, eu o enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Do pecado, porque os homens não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e vocês não me verão mais; e do juízo, porque o príncipe deste mundo já está condenado. "Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora. Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. (João 16:7-14)
Enfermidades (tanto para crentes como para não-crentes, e tanto para crianças quanto para adultos) são provenientes do juízo de Deus sobre nossas transgressões; por isso, precisamos nos arrepender delas verdadeiramente para enfim sermos curados. Vamos ver mais adiante que Naamã precisou se arrepender de suas faltas com Deus para em seguida ser favorecido por Ele com cura.
Quando é uma criança (que ainda não tem consciência de que pode pecar contra Deus) que está doente, os pais é que devem se arrepender, e pedir a Deus perdão por seus próprios pecados, para que o Senhor anule aquele julgamento sobre seu filho ou sua filha. A confirmação disto está bem clara, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo, em diversas passagens. A seguir vamos mostrar algumas delas:
O Senhor é muito paciente e grande em fidelidade, e perdoa a iniqüidade e a rebelião, se bem que não deixa o pecado sem punição, e castiga os filhos pela iniqüidade dos pais até a terceira e quarta geração.(Números 14:18)
E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da iniqüidade.(Isaías 33:24)
Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido. Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.(Isaías 53:4-5) - Deus perdôa nossos pecados em Cristo; Ele foi sacrificado para que por sua morte pudéssemos obter o perdão dos nossos pecados diante do Pai. Assim, crendo em Jesus ou pela fé n'Ele, somos levados ao arrependimento de nossas transgressões, e, desta forma, somos absolvidos dos juízos manifestos com enfermidades.
Sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor. Examine-se o homem a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação. Por isso há entre vocês muitos fracos e doentes, e vários já dormiram. Mas, se nós nos examinássemos a nós mesmos, não receberíamos juízo. Quando, porém, somos julgados pelo Senhor, estamos sendo disciplinados para que não sejamos condenados com o mundo. (1 Coríntios 11:26-32)
Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. E a oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. (Tiago 5:14-16)
Observação: a deficiência física ou mental de nascença (cegueira, surdez, demência, síndrome de down, monoplegia, paraplegia, tetraplegia, etc..), manifesta pela mal formação fetal proveniente de algum erro genético não herdado dos pais, não é necessariamente julgamento por pecados. Este tipo de julgamento geralmente ocorre para que em alguma ocasião se manifeste a glória de Deus pela ação de um poder específico dado à igreja, chamado dom de operação de prodígios, milagres e maravilhas. A operação deste dom serve especialmente para chamar a atenção das pessoas para Cristo, para que creiam n'Ele.
Na maior parte das curas que Jesus realizou, as pessoas tiveram que se arrepender de seus pecados para ficarem livres de seus julgamentos, ou verem seus filhos livres de julgamentos por enfermidades. Por isso, quando os discípulos viram um cego de nascença na região da Galiléia, perguntaram a Jesus:
Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego? (João 9:2)
Ao que Cristo respondeu:
Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele. (João 9:3)
Após ser curado, inversamente ao que normalmente acontece, o ex-cego creu em Jesus e o adorou (se arrependeu de seus pecados e agradeceu ao Senhor pelo perdão de suas transgressões):
Jesus ouviu que o haviam expulsado, e, ao encontrá-lo, disse: "Você crê no Filho do homem?" Perguntou o homem: "Quem é ele, Senhor, para que eu nele creia?" Disse Jesus: "Você já o tem visto. É aquele que está falando com você". Então o homem disse: "Senhor, eu creio". E o adorou. Disse Jesus: "Eu vim a este mundo para julgamento, a fim de que os cegos vejam e os que vêem se tornem cegos". Alguns fariseus que estavam com ele ouviram-no dizer isso e perguntaram: "Acaso nós também somos cegos?" Disse Jesus: "Se vocês fossem cegos, não seriam culpados de pecado; mas agora que dizem que podem ver, a culpa de vocês permanece". (João 9:35-41)
Voltando para a história de Naamã, percebemos que antes de ser curado, Deus o constrangeu através do profeta Eliseu, para que ele reconhecesse suas faltas e se arrependesse verdadeiramente. O comandante do exército da Síria precisou se arrepender de sua soberba. Se ele não tivesse se arrependido, jamais teria se humilhado a ponto de acatar a ordem de um homem que nem conhecia pessoalmente, e mergulhar, não só uma, mas sete vezes, num rio de aparência não muito atrativa para ele.
Eliseu enviou um mensageiro para lhe dizer: "Vá e lave-se sete vezes no rio Jordão; sua pele será restaurada e você ficará purificado". Mas Naamã ficou indignado e saiu dizendo: "Eu estava certo de que ele sairia para receber-me, invocaria de pé o nome do Senhor seu Deus, moveria a mão sobre o lugar afetado e me curaria da lepra. Não são os rios Abana e Farfar, em Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Será que não poderia lavar-me neles e ser purificado? " Então, foi embora dali furioso. Mas os seus servos lhe disseram: "Meu pai, se o profeta lhe tivesse pedido alguma coisa difícil, o senhor não faria? Quanto mais, quando ele apenas lhe diz para que se lave e seja purificado!" Assim ele desceu ao Jordão e mergulhou sete vezes conforme a ordem do homem de Deus; ele foi purificado e sua pele tornou-se como a de uma criança.
E tanto ele foi quebrantado em seu coração e se arrependeu verdadeiramente, que voltou para agradecer ao profeta, entregar sua vida a Deus, reconhecer que só Ele tem poder e declarar também seu temor em desagradá-lo por entrar no templo de um outro deus por causa do seu rei.
Então Naamã e toda a sua comitiva voltaram à casa do homem de Deus. Ao chegar diante do profeta, Naamã lhe disse: "Agora sei que não há Deus em nenhum outro lugar, senão em Israel. Por favor, aceita um presente de teu servo". O profeta respondeu: "Juro pelo nome do Senhor, a quem sirvo,que nada aceitarei". Embora Naamã insistisse, ele recusou. E disse Naamã: "Já que não aceitas o presente, ao menos permite que eu leve duas mulas carregadas de terra, pois teu servo nunca mais fará holocaustos e sacrifícios a nenhum outro deus senão ao Senhor. Mas que o Senhor me perdoe por uma única coisa: quando meu senhor vai adorar no templo de Rimom, eu também tenho que me ajoelhar ali pois ele se apóia em meu braço. Que o Senhor perdoe o teu servo por isso". Disse Eliseu: "Vá em paz".
Um outro fato importante que está relacionado a esta parte do evento da cura de Naamã, é que Eliseu não aceitou nenhum presente por ter socorrido aquele homem. Ele representou bem o Reino de Deus, ao mostrar para o comandante do exército da Síria que o Senhor está disposto a nos perdoar de nossas transgressões e nos curar gratuitamente, e que aquele que é usado na terra para que isso aconteça não realiza este trabalho pensando em algum retorno material. Eliseu deixou claro para Naamã que Deus não está fazendo comércio com as pessoas.
Quando entregamos nossas vidas a Jesus e aceitamos seu governo em nossas vidas, mas, no entanto, nos deixamos levar pelo desejo de lucrar materialmente, usando a anunciação do evangelho da salvação e o fato de sermos usados em dons espirituais para conseguirmos favores materiais dos outros, o Senhor nos castiga para que nos arrependamos deste pecado. Foi o que aconteceu com o servo de Eliseu, Geazi.
Aquele homem, que morava com Eliseu para serví-lo e também aprender com Ele a vontade de Deus, se aproveitou da ocasião para enganar Naamã e receber dele a oferta que o rei da Síria tinha enviado para o profeta que curaria o seu servo. Geazi, deu um péssimo testemunho do Reino de Deus a Naamã, pois movido por sua ganância, usou o nome do Senhor para mentir não somente para ele, mas também para seu próprio senhor.
O servo de Eliseu estava pensando que seu senhor tinha sido bom demais para um arameu arrependido, e que ele foi tolo de não ter aceitado a oferta; ele achou que Deus iria gostar da sua atitude de se aproveitar da situação para se favorecer materialmente.
Quando Naamã já estava a certa distância, Geazi, servo de Eliseu, o homem de Deus, pensou: "Meu senhor foi bom demais para Naamã, aquele arameu, não aceitando o que ele lhe ofereceu. Juro pelo nome do Senhor que correrei atrás dele para ver se ganho alguma coisa". Então Geazi correu para alcançar Naamã, que, vendo-o se aproximar, desceu da carruagem para encontrá-lo e perguntou: "Está tudo bem?" Geazi respondeu: "Sim, tudo bem. Mas o meu senhor enviou-me para dizer que dois jovens, discípulos dos profetas, acabaram de chegar, vindos dos montes de Efraim. Por favor, dê-lhes trinta e cinco quilos de prata e duas mudas de roupas finas". "Claro", respondeu Naamã, "leve setenta quilos". Ele insistiu com Geazi para que aceitasse e colocou os setenta quilos de prata em duas sacolas, com as duas mudas de roupas, entregando tudo a dois de seus servos, os quais foram à frente de Geazi, levando as sacolas. Quando Geazi chegou à colina onde morava, pegou as sacolas dos servos e guardou-as em casa. Mandou os homens de volta, e eles partiram. Então entrou e apresentou-se ao seu senhor Eliseu. E este perguntou: "Onde você esteve, Geazi?" Geazi respondeu: "Teu servo não foi a lugar algum".
Após descoberto e confrontado, pois de Deus não podemos esconder nada, Geazi foi julgado rapidamente e com rigor, porque conhecia a vontade do Senhor expressa na lei mosaica, e, no entanto, escolheu desagradar a Deus para se beneficiar.
Mas Eliseu lhe disse: "Você acha que eu não estava com você em espírito quando o homem desceu da carruagem para encontrar-se com você? Este não era o momento de aceitar prata nem roupas, nem de cobiçar olivais, vinhas, ovelhas, bois, servos e servas. Por isso a lepra de Naamã atingirá você e os seus descendentes para sempre". Então Geazi saiu da presença de Eliseu já leproso, parecido com neve.
Observação: a lepra a que se refere o texto bíblico é a do tipo tuberculoide, ou hanseníase tuberculoide, onde os locais atingidos pelo bacilo de Hansen ficam esbranquiçados e insensíveis a dor; porém, existem outros tipos de lepra, sendo mais comum a ocorrência da hanseníase limítrofe ou borderline. Hoje a hanseníase pode ser curada através de tratamentos com medicamentos, e se for tratada no início, evita a perda dos membros infestados com a doença. Para saber mais sobre lepra clique aqui.
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Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao Senhor, e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. Tu és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. (Salmos 32:1-7)
A eternidade é um lugar real, que possui tempo, mas não igual ao nosso aqui na terra, e não pode ser percebida na matéria, mas interage diariamente com ela. Alguns a conhecem como a "quarta dimensão". É neste lugar que o Reino de Deus está manifesto em espírito, e onde Deus pode ser visto, juntamente com seus exércitos, e também todas as pessoas que já morreram no corpo. Nós fomos criados por Deus a partir desta realidade; todos nós estamos voltando para ela, não por escolha nossa, mas porque existimos a partir dela. Então, não vá para a eternidade sem Jesus, Ele não é religião: Ele é a única maneira de estarmos na eternidade com o espírito em paz, descansando, e alimentado. Jesus é a pessoa do próprio Deus Criador, que veio em forma humana a este mundo material, não praticando o mal, e pagou um preço com a própria vida para que nossas maldades não nos impedissem de ficarmos na presença de Deus, porque Deus não tem comum acordo com a maldade.
Para Deus, o conhecimento do mal materializado só tem fim se for destruído com a morte, pois ao entrar na mente do homem ele o domina e o escraviza, de forma que, ou há arrependimento que leve à rejeição da sua prática, ou o praticante será destruído.
O homem não tem forças para parar de praticar o mal sozinho, se não for orientado da forma correta, e não receber ajuda adequada para isso. O mundo não oferece este suporte, pois na terra não há um ser humano sequer que não tenha adquirido o conhecimento do mal. Portanto, não existiu no mundo, após a escolha que fez o primeiro homem criado por Deus, e até agora não existe, ninguém que seja totalmente bom como Deus é, por mais que se esforce para isso: todos nós somos falhos!
No entanto, Deus nos amou, e amou a sua criação, e decidiu não nos destruir, e entregou-se para morrer em nosso lugar. Isso aconteceu quando Jesus foi crucificado há cerca de dois mil anos atrás; ele foi sepultado, e ressussitou após o terceiro dia de morto. Depois de se apresentar a algumas pessoas após ressurreto, Cristo se ocultou da humanidade voltando para a eternidade não só com o espírito, mas também com um corpo material transformado para suportar estar na realidade eterna; com isso ele provou que Deus é todo-poderoso, e é capaz de nos reviver, ainda que nosso corpo morra e sofra decomposição.
É desta forma que Ele dá oportunidade a todos de fazerem suas escolhas: quando cremos nesse sacrifício e decidimos renunciar todo o conhecimento do mal em nosso coração e nos esforçamos para deixar de praticá-lo, vamos viver com Deus para sempre; e, ainda que venhamos a morrer no corpo, vamos tê-lo de volta restaurado, de forma que nunca mais morrerá, assim como aconteceu com Jesus. Portanto, e já desmistificando as premissas do mundo, a vida eterna não se consegue com a morte, e a eternidade não é o lugar dos mortos! Na verdade, na eternidade não existe morte física, como vemos acontecer aqui neste mundo. O que acontece aqui é que apenas Deus julgou o homem pela sua desobediência, e lançou uma condenação para que só cheguemos no lugar eterno através de um rompimento com o corpo físico, do qual Deus retirou a imortalidade que antes o homem nele tinha; porém, este não é um julgamento definitivo. Não existiu e nem existirá homem na face da terra, por mais inteligente que seja, que impeça este julgamento de acontecer: todos nascem, e todos morrem, seja de que jeito for, e em que idade for, porque não tem uma hora certa para acontecer, conforme a nossa lógica; isso mostra que Deus é, e sempre será superior ao homem em conhecimento e poder. Também não é porque uma pessoa é muito boazinha, ou ainda é uma criança inocente, ou é evangélica, etc., que vai deixar de morrer fisicamente, pois este julgamento é para todos, excetuando-se duas pessoas as quais a Bíblia relata que foram "arrebatados" ou retirados deste mundo por Deus, e, portanto, não sofreram morte física para chegar à eternidade: Enoque (veja em Gênesis 5:24) e Elias, o profeta (veja em 2 Reis 2:11). Quem vive neste mundo longe de Deus, não buscando se aproximar dele e entendê-lo, ao morrer no corpo continuará existindo no espírito, porém, separado dele para sempre, pois a escolha é feita enquanto se vive na terra. Os que morrerem sem aceitarem a justiça e o juízo de Deus também ressussitarão no corpo no dia determinado por Ele, porém, não terão direito à paz, ao descanso e ao alimento que precisam para sempre; isso significa "sofrimento eterno", também chamado de "segunda morte", da qual não haverá salvação, pois é o julgamento definitvo de Deus.
É vivendo neste mundo, em meio às mais variadas situações e circunstâncias adversas, que nos são dadas diariamente oportunidades de crer em Deus ou não. Quando chegarmos na eternidade não precisaremos mais crer em quaisquer coisas, pois lá poderemos ver tudo o que não podemos ver aqui com nossos olhos naturais. Somente Deus é capaz de dar o suporte adequado para aqueles que creem em Jesus consigam rejeitar com sucesso o mal dentro de si mesmos, e também no mundo, e este suporte, que são as instruções necessárias para este fim, está na Bíblia Sagrada. É importante observar que, o fato de se acreditar em Deus, por si só, não pode salvar ninguém. Após acreditarmos em Deus, é necessário darmos a Ele uma prova de que realmente cremos nEle, e isso vai requerer um esforço de nossa parte em mudar nossas atitudes.
A mudança de atitude que confirma a nossa fé em Deus não deve ser baseada em tradições, ou em regras humanas, que, fatidicamente, afastam as pessoas de Deus, mas deve se basear unicamente na rejeição do mal que se faz na esperança de alçançar a vida eterna, por todos os dias em que estivermos na terra. Somente a Bíblia contém informações que têm o poder de nos aproximar de Deus, nos direcionando a estar na presença d'Ele para podermos alimentar o nosso espírito verdadeiramente. Ela não é um conto da carochinha, como muitos afirmam, mas contém dados precisos da existência da eternidade, de Deus, da ação sobrenatural d'Ele neste mundo, e também, os avisos sobre a justificação gratuita que está disponível para nós e o julgamento definitivo que virá em seguida.
A existência deste lugar chamado eternidade não pode ser provada cientificamente, pois não existe conhecimento humano que possa estabelecer uma conexão lógica com ela; no entanto, ela é manifesta com mais nitidez quando vemos "milagres" - eles ainda estão acontecendo hoje para testificar que a mensagem do evangelho é verdadeira! Quando vemos um milagre estamos presenciando uma interação de um poder atuante na eternidade (vindo de Deus) com a matéria do nosso mundo, de forma que o homem não possa fazê-lo da mesma maneira; a ciência pode até executar coisas parecidas com as que Deus faz, mas não da forma como Ele faz, instantaneamente! Só Deus pode anular ou modificar as leis físicas e químicas que Ele mesmo criou para equilibrar todas as coisas no nosso mundo. Pense nisso, ainda há tempo: "Creia em Jesus hoje, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida"!